• 29ª Baja Portalegre 500


    22 a 24 de Outubro de 2015
  • Baja TT Idanha-a-Nova


    11 e 12 de Setembro de 2015
  • Baja TT Proença / Mação / Oleiros


    20 e 21 de Junho de 2015
  • Baja Cidade Europeia do Desporto


    30 e 21 de Maio de 2015
  • Rali TT Vinhos Carmim


    1 e 2 de Maio de 2015
  • Baja TT Rota do Douro


    27 e 28 de Março

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Ourednicek's lucky number

Every November, Dakar community is looking forward to dive into the entry lists to check who's going to have which number at the upcoming Dakar Rally. During the 2018 edition, on the Ford Ranger of Tomas Ourednicek and David Kripal we will see #340, with that the driver is absolutely delighted, since this number has a very special meaning for him…

 Let’s turn back time to the first edition of Dakar Rally in South America, in January 2009. Back then, a small private team from Czech Republic was preparing for the start, with a very experienced driver, Miroslav Zapletal, and his co-driver, a very excited rookie called Tomas Ourednicek. For him practically everything was new, since the Dakar was only his fourth motorsport event as competitor altogether! The two worked so well together that at the finish line in Buenos Aires they celebrated a 7th place (still best result for a Czech crew in cars) overall and 3rd in their category. And the number on the door? Well, that was #340…

November 2017. Another Czech crew is preparing for the Dakar, an experienced driver called Tomas Ourednicek and a rookie co-driver, who started his racing career in April with a victory in Morocco Desert Challenge: David Kripal. And the number on the door? Well, that will be #340…

No one knows what will await Tomas and David in the dunes of Peru in the first week of the Dakar. No one knows what will happen in the high altitude stages of Bolivia. No one knows what will the tracks of Argentina hold for them. All we know is that they have prepared for this challenge all season long and will do their best in all those 14 stages. The rest is a matter of luck, as always in the Dakar, but having this memorable number again can certainly be taken as a good omen.

South Racing Central Europe is supported by the following partners: LIQUI MOLY, MANN FILTER, FORD HLOUCH, AV MEDIA, AGADOS, XTline, Honiton, EuroOil, ALUTEC KK, NICEBOY, MUSICDATA, Dvořák Trucks, Adventure Menu, iSUV, Glenowell

sábado, 2 de dezembro de 2017

FOOTBALL MANAGER ANDRÉ VILLAS-BOAS TO TACKLE DAKAR RALLY WITH OVERDRIVE RACING IN A TOYOTA HILUX


· Portugal’s Ruben Faria switches from two wheels to navigate football star 

Thursday, November 30: Renowned international football manager André Villas-Boas has switched allegiance to take part in his passion of cross-country rallying and will tackle January’s Dakar Rally in an Overdrive Racing-prepared Toyota Hilux.

 The 40-year-old former FC Porto, Chelsea, Tottenham Hotspur and Zenit St. Petersburg manager has teamed up with fellow Portuguese Ruben Faria, himself a former cross-country rider with KTM working alongside five-time Dakar winner Cyril Despres. Faria will act as Villas-Boas’s co-driver on the gruelling event, which starts in Lima on January 5th and finishes in Córdoba on January 20th.

 The Portuguese has a passion for motorcycles and previously competed in the Portuguese off-road series, but global football commitments meant he had no time to continue his participation and follow in the footsteps of his uncle Pedro Villas-Boas, who tackled the Dakar Rally in 1982.

 Villas-Boas wants to take part in the Dakar on two wheels, but was advised by Alex Doringer, a friend and manager of the KTM factory team, to take part in a car on four-wheels in the first instance. “He told me I needed a year of preparation and advised me to ride in the car, so I got in touch with the Overdrive Team and here I am,” said Villas-Boas.

Overdrive Racing’s CEO Jean-Marc Fortin said: “We are delighted to welcome André Villas-Boas and Ruben to the team for the Dakar. He is well known the world over in football circles and I am sure he is looking forward to the challenge of tackling his first Dakar.” 

Villas-Boas led FC Porto to Europa League and Portuguese league and cup success in 2011 and managed Zenit St. Petersburg to further silverware in Russia before heading off to China to take charge of Shanghai SIPG last November. He also worked alongside José Mourinho at Porto, Chelsea and Inter Milan for short periods

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Elisabete Jacinto na 10ª Edição do Africa Race 2018

Estão já numa fase avançada os preparativos para a participação daquela que será a nona presença de Elisabete Jacinto na maior e mais importante maratona africana de todo-o-terreno da atualidade, que este ano comemora o seu décimo aniversário, o rali Africa Eco Race.

 Fiel aos seus companheiros de aventura, Elisabete Jacinto parte com a sua habitual equipa que é constituída por José Marques e Marco Cochinho. Juntamente com o seu MAN TGS de competição vão enfrentar o maior desafio da sua época desportiva face à grande extensão, duração e condições extremas impostas por este rali.

 O Africa Eco Race partirá, pelo terceiro ano consecutivo, do Principado do Mónaco para quinze dias repletos de novidades e surpresas preparadas pelos organizadores para comemorar a sua décima edição. Entre os dias 2 e 14 de Janeiro de 2018 os concorrentes atravessarão Marrocos, Mauritânia e Senegal e terminarão junto ao Lago Rosa onde se irá disputar a mítica etapa de consagração. Nesta edição, o rali atingiu já um número record de inscritos ultrapassando uma centena de equipas participantes.

 A participação portuguesa integra, para além da equipa Bio-Ritmo®, três pilotos na categoria moto, a saber Pedro e Rui Oliveira e João Rolo.

 A equipa Bio-Ritmo® parte para a prova no dia 29 de dezembro e tem como principal objectivo alcançar uma posição de pódio entre os concorrentes da categoria camião e um lugar de destaque na classificação conjunta com os automóveis.

Época positiva para José Mendes

Terminou no passado fim-de-semana nas 24 Horas TT Vila de Fronteira a época desportiva de José Mendes.

 Num ano em que decidiu apostar no Agrupamento T2, para o Piloto de Abrantes, o terceiro lugar final acaba por ser um “resultado positivo, é verdade que tínhamos intenção de atacar o título do Agrupamento, mas, não é menos verdade que tivemos dois principais adversários muito fortes, dois excelente Pilotos, um ao volante de um carro que pode ser considerado oficial e outro também com um carro que conta já com um extenso e rico palmarés quer nacional quer internacional. Ainda assim todas as provas que terminámos fizemo-lo no pódium do Agrupamento com 3 terceiros e um segundo lugares em 5 provas, apenas somando uma desistência em reguengos o que demonstra a regularidade que tivemos e a fiabilidade do carro.

Precisamente sobre o Mitsubishi Pajero T2 integralmente construído nas oficinas da GERCAR, José Mendes mostra-se “muito satisfeito, em cinco provas apenas desistimos numa e com um problema que foi muito fácil de resolver e que não voltou a acontecer, o carro foi feito por nós de raiz e naturalmente tivemos que ir corrigindo alguns aspectos que estavam menos bem, mas ainda assim mostrou uma fiabilidade tal que, no final da Baja de Portalegre, que foi muito dura, quase que foi só lavar e esperar pela próxima corrida.”

 Falando de Portalegre, “foi sem dúvida o ponto alto da época, finalmente quebrámos a malapata desta prova que nos vinha perseguindo já há alguns anos e terminámos logo com um segundo lugar no evento Nacional contra máquinas bastante mais evoluídas que a nossa. Ainda tínhamos hipótese de ser segundos no campeonato T2 mas com os nossos adversários inscritos no Evento FIA e nós a sair tão atrás, foi impossível fazer melhor, ainda assim foi muito bom e motivador, uma bela recompensa para toda a equipa e parceiros a quem aproveito para agradecer todo o esforço e confiança.”

 Em estreia absoluta este ano também esteve Álvaro Silva, o Homem que acompanhou José Mendes no banco do lado direito está “muito satisfeito, não foi fácil a estreia e logo ao lado de um grande Piloto, mas prova a prova fomos entrosando melhor e terminámos o campeonato em grande com um excelente resultado em Portalegre”.

 Para finalizar o ano e como habitualmente, a equipa participou nas 24 Horas de Fronteira onde este ano estiveram ao volante do Opel Tigra Pai, Filhos e Neto, uma “sensação incrível, ter o meu Pai, o meu Irmão e o meu Sobrinho ao volante do mesmo carro, nesta grande festa que são as 24 Horas da qual gostamos sempre de fazer parte. Este ano voltámos à motorização diesel esperançados num resultado entre os 10 primeiros, mas uma avaria na bomba injectora não nos deixou ir além do 18º lugar da geral, que ainda assim é um excelente resultado tendo em conta que a meio da noite chegámos a estar em 50º, toda a equipa trabalhou muito e principalmente o António, portou-se muito bem nesta sua estreia no TT, adaptou-se rapidamente e rolou rápido e consistente”.

 E para 2018? “No próximo voltaremos a estar no campeonato Nacional de TT com o Pajero e, se tudo correr bem, nas 24 Horas de Fronteira para voltar a tentar o tão ambicionado top ten.”

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Miguel Oliveira experimentou e quer repetir

Apontamentos muito interessantes numa jornada de amigos 

A estreia de Miguel Oliveira em pistas de terra e com uma máquina de 4 rodas foi a grande novidade da competição de 3 horas destinada aos SSV e que se disputou em paralelo com as famosas 24 horas de Todo-o-Terreno. O piloto que tantas alegarias tem dado aos portugueses por via do seu êxito em Moto2 pilotou um Can-Am Maverick X3 numa equipa onde teve como parceiros o ex-campeão de todo-o-Terreno Filipe Campos e o seu amigo e também piloto Pedro Ferreira.

 Depois de uma curta adaptação tanto à máquina como à pista bastou, todavia, uma volta cronometrada para Miguel Oliveira averbar o 11º tempo: “É duro. É preciso muita técnica para aguentar o carro, mas é giro. Tentei fixar o máximo da pista na volta que dei de jipe e depois foi reajustar e tentar fazer uma volta mais limpa possível” salientou o piloto de Almada após a primeira abordagem competitiva. No dia seguinte o arranque da equipa não foi bafejado pela sorte, mas os seus pilotos tudo fizeram para subir na classificação. No final Miguel Oliveira assumiu que quer repetir a experiência: “Foi uma corrida muito gira e sem dúvida que fiquei com curiosidade para repetir”.

 Para Pedro Ferreira “este foi essencialmente um projeto de amigos que se quiseram divertir experimentando uma máquina muito interessante e para a qual tivemos uma pista fantástica ao nosso dispor. Para mim foi fantástico estar aqui com o Miguel e o Filipe, mas também com muitos familiares e outros amigos que nos vieram apoiar” salienta o piloto da PMF Racing.

 Para o ex-campeão de todo-o-terreno Filipe Campos “o fim-de-semana foi excelente. Tive a oportunidade de pilotar uma máquina fantástica numa pista que estava perfeita e ainda para mais em equipa com um piloto notável como é o Miguel Oliveira e com o meu amigo Pedro Ferreira”, salientou o piloto portuense que não esconde também que vai repetir sempre que surja a oportunidade.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A vitória que chegou do Leste da Europa

A edição de 2017 das AFN 24 Horas TT Vila de Fronteira vai ficar para a história como uma das edições mais animadas e empolgantes da grande maratona de resistência que já conta com 20 anos de existência. Igor Skoks, Rudolfs Skoks e Arvis Pikis conseguiram, ao volante de um Mitsubishi Pajero, bater a forte concorrência para se estrearem no primeiro lugar daquela que é a grande festa de final de temporada do TT em Portugal.

 A resistência e a regularidade foram as chaves para que a equipa Tempo 24H inscrevesse o nome dos seus pilotos no longo e rico palmarés da exigente prova que, ano após ano, transforma a vila de Fronteira num verdadeiro local de peregrinação para os muitos adeptos da modalidade. A edição de 2017 foi emocionante e imprevisível.

 Quando faltava uma hora para o final da corrida, a formação da Letónia seguia em terceiro lugar. Os pilotos sabiam que, em condições normais, o atraso que tinham para, em especial, a formação que liderava dificilmente os permitiria festejar no lugar mais alto do pódio. Mas foi aí que tudo mudou. Primeiro foi o MMP Evo 3 de Thierry Charbonnier, Paulo Marques, Alexandre Ré e José Pimenta. O quarteto ficou pelo caminho quando o veio primário do carro construído em França cedeu. “Não há nada a fazer”, lamentou Alexandre Ré, ainda com a corrida a decorrer.

 Minutos depois, quando faltava meia hora para a bandeira de xadrez, foi a conclusão do golpe de teatro que se assistiu nesta edição. A equipa que dominou a segunda metade das 24 horas, constituída por Mário e Alexandre Andrade, Cédric Duple, Yann Morize e Luís Ribeiro, entrou nas boxes e daí já não saiu com problemas de embraiagem no A.C. Nissan Proto.

A desistência das equipas luso-francesas fez com que a passadeira vermelha se estendesse para o Mitsubishi Pajero de Igor e Rudolfs Skoks e Arvis Pikis que deram 118 voltas ao Terródromo. “Conhecemos bem esta competição. Eu já participei sete vezes e a equipa já a fez por treze ocasiões. Fizemos um excelente trabalho prévio e a táctica funcionou. Já tínhamos conseguido o segundo e o terceiro lugares, mas ganhar é ganhar! Foi uma corrida incrível. A uma hora do final não acreditava que fosse possível vencer! O nosso carro esteve sempre a 100 por cento. Não tivemos nenhum problema mecânico e a vitória é justa, apesar do azar do nosso adversário”, afirmou Rudolfs Skoks que, com 24 anos, é o elemento mais novo da Tempo 24H. 

Além da emoção final vivida em Fronteira, a corrida deste ano foi pródiga em incidentes. Foram vários os líderes. Começou a equipa de JC Brochard que esteve na frente durante as primeiras voltas. O domínio foi, contudo, apenas inicial. Depois disso, passaram pelo comando o A.C. Nissan Proto, o Chevrolet de Sébastien Vincendeau e o Sadev Orix de Stéphane Barbry. Durante a primeira metade desta maratona, foram constantes as trocas de líderes. Só depois das 12 horas é que a equipa de Mário Andrade estabilizou. Quando se previa que esta formação voltasse a bater recordes e vencesse em Fronteira pela sexta vez, a mecânica cedeu e foi o Mitsubishi Pajero da Tempo 24H que subiu ao palanque para celebrar o triunfo.

 O pódio ficou completo com o Sadev Oryx de Barbry, Pierre e Louis Lauilhe, enquanto a equipa constituída por Michele de Nora, Michelle e Carlo Cinotto e Paolo Bachella, recorreu à X-Raid para, com um Mini All4 Racing, acabar em terceiro. A formação italiana podia ter acabado numa posição ainda melhor, mas o tempo perdido para trocar a caixa de velocidades no carro desenvolvido na Alemanha fez com que perdessem muito tempo e concluíssem a corrida a quatro voltas dos vencedores.

 Destaque, também, para Victor Conceição, Nuno Pires e Tiago Rodrigues. No ano em que não houve pilotos portugueses no pódio, o que não acontecia desde 2005, a melhor formação totalmente lusa concluiu em quinto. Foi este trio que deu 110 voltas com a Nissan Navara. A equipa ficou atrás do Propultion Springbok de Andre Bastet.

 Ainda não foi desta que o campeão nacional em título enriqueceu o seu palmarés com um triunfo em Fronteira. Depois de se ter sagrado bicampeão português em Portalegre, Ricardo Porém juntou-se a outro campeão nacional, Pedro Grancha. Os dois portugueses partilharam o MMP Rally Raid com Laurent Poletti e Ronald Basso e tinham como objectivo lutar pela vitória. Mas problemas no turbo do carro hipotecaram qualquer hipótese de ganharem a prova organizada pelo ACP. A equipa ficou em décimo, a 12 voltas dos primeiros classificados.

 Na categoria T2, os vencedores foram Carlos Faustino, Hélder Cordeiro, Rui Pinho, Pedro Lopes e Jorge Caetano. A equipa do Nissan Pathfinder acabou no 13º posto absoluto e ganhou à Nissan Navara da equipa de Rómulo Branco que, depois de muitas horas na frente, se atrasou de forma irremediável devido à quebra, por duas vezes, dos triângulos de suspensão dianteiros direitos do modelo japonês.

Ricardo Porém e Pedro Grancha no Top 10

Dupla lusa passou pelo comando 

Teve um sabor agrodoce a participação da dupla portuguesa composta pelo campeão nacional Ricardo Porém e pelo ex-campeão nacional Pedro Grancha na edição nº 20 da mítica competição de 24 Horas de Todo-o-Terreno. Depois de um 2º tempo, averbado nos treinos cronometrados, a formação que integrava ainda Laurent Poletti – vencedor da edição do 2005 – e Ronald Basso, passou para o comando quando Ricardo Porém entregou o MMP Off Road na liderança da prova após o seu turno inicial de condução.

 Infelizmente a partir da 5ª hora a máquina francesa começou a denotar problemas que culminariam com uma longa paragem: “Durante o meu primeiro turno tudo correu bem e estávamos bem posicionados como era nosso desejo. Depois o carro teve um problema com o turbo que nos obrigou a uma longa paragem. Quando retomámos a corrida esforçámo-nos ao máximo por recuperar posições e ter terminado no Top 10 é um prémio justo”. 

Mais uma volta que os vencedores após a paragem 

Quando o MMP regressou à pista pouco antes da meia-noite ocupava um modesto 38º lugar. Daí para a frente a equipa encetou uma notável recuperação que a levou até ao 10º lugar. De salientar que após este recomeço e sem que a máquina estivesse a 100% a equipa efetuou mais uma volta que os futuros vencedores da corrida.

 Para Pedro Grancha “um dos principais objetivos era participar na prova pilotando uma máquina que me proporcionasse um grande prazer de condução e isso foi inteiramente conseguido. O outro era ganhar a corrida, mas isso ficou infelizmente inviabilizado quando tivemos o problema com o Turbo. Voltaremos a tentar esperando ter um pouco mais de sorte”, referiu o ex-Campeão Nacional Auto que este ano competiu no supercompetitivo campeonato de SSV.

Pedro Dias da Silva vence e confirma conquista do título

Terminou ao início da tarde deste solarengo Domingo de Outono a edição de 2017 das 24 Horas TT Vila de Fronteira, derradeira prova da temporada para os concorrentes ao Desafio Total Mazda. Esta 20ª edição da prova levada a cabo pelo Automóvel do Club de Portugal voltou, como vem sendo hábito, a ser o palco da festa para os pilotos da competição organizada pela Mazda Motor de Portugal e pela Total, tendo sido já na vila alentejana que se ficou a conhecer o “campeão” de 2017.

 Pedro Dias da Silva, que se apresentou em Fronteira fazendo equipa, com José Janela, Vitor Jesus e Pedro Clarimundo e José Oliveira venceu este derradeiro embate do ano e, assim, confirmou a conquista do Desafio, sendo que, com a ausência de Bruno Rodrigues, confirmada na noite de sexta-feira, já sabia que este primeiro título no Desafio não lhe podia escapar. A verdade é que o piloto nabantino não deixou de apostar num bom resultado aqui em Fronteira e acabou por assegurar o melhor prémio graças a “uma preparação imaculada do carro que esteve impecável ao longo de toda a corrida. Preparámo-nos com afinco e, na verdade, salvo um ou outro percalço, tivemos uma corrida calma em que nos foi permitido gerir o esforço e terminar em festa.”

 No final de um ano pleno de sucessos, Pedro Dias da Silva afirmava que “estamos de parabéns, acima de tudo pela forma como preparámos a época e cada um dos eventos. Foi, sem dúvida alguma, um ano excelente em que apostámos forte, mas colhemos os melhores resultados. Independentemente de um outro momento menos positivo, o resultado global foi fantástico, não apenas pelos resultados obtidos no Desafio, mas também pelo que conseguimos demonstrar por várias vezes em termos de lugares à geral.”

Segundo classificado em Fronteira, Pedro Salgueiro garantiu paralelamente igual posição ao cabo das 5 provas do Desafio Total Mazda 2017. Desta feita, tendo como companheiros de equipa, Floriano Roxo, Vítor Carvalho, Pedro Mateus e Nuno Neves, Pedro Salgueiro não teve uma jornada fácil, mas com o objectivo de terminar a prova sempre bem presente a equipa conseguiu manter o Mazda Proto em prova... “o arranque da prova foi muito complicado e fomos forçados a fazer uma série de paragens não programadas. Perdemos muito tempo logo no primeiro terço da prova e as coisas só começaram a rolar sem percalços já depois de cair a noite. Seja como for, o resultado final satisfaz os nosso objectivos. Este segundo lugar em Fronteira resulta em igual posição no Desafio e isso é muito importante para nós. Foi um bom fim-de-semana e um ano muito satisfatório.” 

Cumprida a 10ª presença do Desafio Total Mazda nas 24 Horas TT Vila de Fronteira é tempo de começar a preparar mais uma época, na qual voltaremos a ter, a competição que envolve os Mazda Proto como grande animadora do Nacional de Todo-o-Terreno. Sendo certo que o Desafio volta “à estrada” em 2018, está agendada para durante o mês de Janeiro a entrega de prémios da época que agora finda e consequente apresentação dos detalhes referentes à próxima temporada.

 Classificação do Desafio Total Mazda (2017)

 Pilotos:
1º Pedro Dias da Silva, 127 pontos (Campeão)
2º Pedro Salgueiro, 60 pontos
3º Bruno Rodrigues, 56
4º Nuno Tordo, 18 pontos
 Bruno Oliveira, 18 pontos
 Francisco Gil, 18 pontos
7º Floriano Roxo, 10 pontos

 Navegadores:
1ºJosé Janela, 87 pontos (Campeão)
2º Ricardo Claro, 56 pontos
3º Luís Ribeiro, 24 Pontos
4º António Serrão, 18 pontos
 Paulo Marques, 18 pontos
 Filipe Rasteiro, 18 pontos
6º Nuno Roxo, 10 pontos