domingo, 18 de março de 2018

Pedro Ferreira foi segundo na Baja TT do Pinhal

Piloto PMF Racing chegou facilmente ao segundo posto ainda durante o troço da manhã

O piloto Pedro Ferreira, ao lado de Hugo Magalhães, alcançou hoje o segundo posto da classificação geral dos automóveis na Baja TT do Pinhal, a prova inaugural da temporada de 2018 do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.

 A corrida beirã foi muito aguerrida e apesar do frio e muita chuva que caiu na região, os ânimos aqueceram com Pedro Ferreira a disputar de perto os primeiros lugares da corrida. Pela manhã o piloto da PMF Racing iniciou a competição com um bom ritmo, tendo terminado o troço de 102.25 quilómetros no segundo lugar. Mas, de tarde viu o seu andamento a ser prejudicado por um problema com o desembaciador do carro: “de manhã correu tudo bem. Fizemos o troço sempre a rolar bem e conseguimos chegar facilmente à segunda posição. De tarde foi mais difícil. Tive uma saída de estrada que me fez perder cerca de 2m30s e a seguir o desembaciador avariou. Como o tempo estava húmido, a evaporação da água fez com que o vidro ficasse demasiado embaciado e a visão tornou-se muito reduzida. Cheguei mesmo a pensar que não ia chegar ao fim. Foi complicado”, revelou.

 Todavia, Pedro Ferreira que estreou um Ford Ranger preparado pela South Racing ficou muito satisfeito com o resultado alcançado na Baja TT do Pinhal: “apesar dos contratempos, que fazem parte das corridas, penso que foi uma excelente prova tendo em conta que foi uma estreia a todos os níveis e por isso estou contente com o trabalho realizado ” contou o piloto da PMF Racing.

 O Campeonato Nacional de todo-o-Terreno prossegue já no próximo dia 7 e 8 de Abril, desta feita, para cumprir a Baja de Loulé.

Helder Oliveira alcança terceiro lugar na Baja TT do Pinhal

Piloto de Barcelos recuperou quatro posições 

Helder Oliveira, acompanhado pelo navegador Pedro Pires de Lima, conquistou hoje o terceiro posto da classificação auto no final da Baja TT do Pinhal, a primeira prova do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno de 2018. O piloto de Barcelos, aos comandos de um Mini Paceman preparado pela equipa Cattiva Sport, terminou os dois sectores que compunham o dia de hoje com uma curta diferença de 3m05s80’ para o segundo classificado.

 Depois de um primeiro dia menos positivo, Helder Oliveira conseguiu nesta segunda etapa da Baja TT do Pinhal mostrar o seu andamento e a consistência do projecto que iniciou nesta temporada de 2018 do CNTT em conjunto com a Cattiva Sport. Apesar de ter partido em sétimo, o piloto de Barcelos foi o protagonista de uma excelente recuperação tendo conseguido superar quatro posições e alcançar ainda no troço da manhã o terceiro lugar da corrida, posto que já não largou até ao final. 

Helder Oliveira revelou-se bastante satisfeito com o trabalho desenvolvido e por alcançar um lugar de pódio na prova de abertura da época desportiva: “depois de todo o stress que tivemos, hoje de manhã conseguimos partir mais calmos. Optámos por imprimir um ritmo forte logo desde o início para tentar recuperar posições. Ao km 20 tivemos um problema com o desembaciador, que deixou de funcionar, e perdemos algum tempo até que resolvemos fazer reset ao carro e as coisas voltaram ao normal. Ainda assim, fizemos tudo bem até ao fim e concluímos a parte da manhã em terceiro lugar. Na partida para a tarde a distância para os dois primeiros classificados era grande e então decidimos por rolar sem correr riscos. A certa altura apanhamos o Pedro Ferreira e ainda forçamos o andamento, mas ele reagiu e preferimos segurar a terceira posição. Um lugar de pódio é uma excelente forma de começar o campeonato e por isso estamos contentes”, contou o piloto de Barcelos.

 O Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno prossegue em Abril. Nos dias 7 e 8 os pilotos rumam ao Algarve onde se vai disputar a Baja TT de Loulé.

Campeões vencem no arranque da temporada

Os campeões 2017 António Maio em Yamaha nas Motos, Arnaldo Martins em Suzuki nos Quad e o vice-campeão dos SSV João Monteiro navegado por Manuel Pereira em Can-Am foram os grandes vencedores da Baja TT do Pinhal prova de abertura do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.

 A jornada beirã com uma meteorologia que colocou muitas dificuldades aos pilotos teve de ser amputada dos derradeiros 60 quilómetros devido ao atraso registado na competição auto que antecedia a competição de motos, quad e SSV.

 Mário Patrão e Salvador Vargas ambos em KTM completaram as posições de pódio na competição de duas rodas.

 Entre os Quad o vice-campeão Filipe Martins terminou em 2º lugar.

  André Villas Boas foi 20º entre 60 concorrentes

 Entre os SSV a competição foi extremamente renhida e os dois primeiros terminaram separados por 19s. Pedro Carvalho acompanhado de André Guerreiro terminaram na 2ª posição.

 O terceiro lugar pertenceu ao primeiro líder desta prova Ricardo Carvalho a estrear nesta prova um Yamaha de motorização Turbo.

 Excelente a prestação de André Villas Boas que foi 20º da classificação absoluta dos SSV entre os 60 pilotos que participaram nesta prova

Calvário de Alejandro Martins na Baja TT do Pinhal

Vencedor da Baja TT do Pinhal em 2017 Alejandro Martins apresentou-se a partida da edição de 2018 com naturais ambições de lutar pelas primeiras posições na corrida que este ano abre a temporada do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.

 Todavia e ao contrário da edição do ano passado, o piloto cedo começou a percorrer um longo calvário que viria a provocar o seu abandono da prova. Apesar de ter lutado por contrariar e ultrapassar as dificuldades, registando sempre um andamento extremamente vivo, a dupla Alejandro Martins / José Marques aos comandos da Toyota Hilux foi traída por um problema mecânico que o piloto entende que poderia ter sido evitado.

  “Tudo começou no prólogo onde estávamos a fazer um tempo muito equivalente ao do João Ramos antes de uma ligeira saída nos ter levado a embater numa árvore. Saímos da situação com alguma dificuldade e apesar de me ter apercebido que algo estava diferente, naturalmente para pior, na nossa Toyota, os 43s perdidos não colocavam em causa as nossas ambições de continuar a fazer uma boa corrida já que correspondiam a uma 6º posição e o troço seguinte tinha apenas 75 km. Como sempre o faço transmiti o que tinha acontecido e como estava a sentir o carro”, explica Alejandro Martins que ficou desagradavelmente surpreendido quando se apercebeu duas horas mais tarde que “a Toyota continuava com um comportamento extremamente deficiente. Mesmo assim tive a indicação que estava a fazer o segundo tempo e continuei a aplicar-me ao máximo para tentar perder o menor tempo possível até ao final do troço”, referiu Alejandro Martins.

 Mas o drama da equipa agravou-se substancialmente quando a Toyota encontrou enormes dificuldades em superar um gancho tendo nessa operação sido gastos longos minutos para desespero de piloto e seu navegador. Mais do que as duas posições perdidas, foram os 8 minutos gastos numa situação anómala que deixaram a formação extremamente preocupada.

 Se os minutos perdidos não poderiam ser esquecidos a expectativa de um tempo mais alargado de assistência no final da 1ª etapa para resolver de vez o ou os problemas indicados pelo piloto e que estivessem a afetar o andamento da Toyota, animava a equipa. O facto de a prova estar a ser disputada em pistas molhadas e sem o pó que normalmente dificulta as ultrapassagens, a perspetiva de disputar a 2ª etapa em condições normais era pelo menos desprovida de menos um handicap.

  “Infelizmente o animo cedo se esgotou quando me apercebi que os problemas continuavam e pior que isso, quando não conseguimos superar uma subida que todos os carros que vinham atrás de nós, com maior ou menor dificuldade, iam conseguindo superar. Não foi difícil perceber o que estava a passar. Apesar dos nossos reparos estávamos sem tração dianteira desde o prólogo. A partir daqui nada havia mais a fazer. Havemos de regressar com redobrado animo. Sabemos que temos andamento para lutar pelas primeiras posições e porque não ambicionar repetir uma vitória. Assim tudo esteja a funcionar nas melhores condições” salientou o piloto. O Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno regressa a 7 e 8 de abril com o Algarve a receber mais uma edição da Baja TT de Loulé.

Nuno Matos forçado a desistir

A dupla portalegrense Nuno Matos/Pedro Marcão foi obrigada a abandonar a Baja TT do Pinhal, prova inaugural do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno 2018, ainda durante o periodo da manhã de hoje, quando cumpria o segundo setor seletivo desta competição que se disputa nos concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova e Sertã.

 O campeão nacional de todo-o-terreno 2016 arrancou para troço de 102.25 km’s que se cumpriu na manhã de hoje, da segunda posição, mas um furo no Opel Mokka Proto, com o qual venceu o CNTT em 2016, acabou por condicionar o andamento da equipa, que apesar do tempo perdido seguia em quinto quando a transmissão cedeu, forçando-a a desistir.

 Embora desanimado pelo desfecho desta competição, Nuno Matos revela-se satisfeito com o ritmo que a dupla conseguiu imprimir e pela posição que ocupava em prova. “As condições dos pisos estavam muito difíceis e demolidoras para as mecânicas. Depois de um furo logo ao km 10, uma transmissão cedeu ao km 40 forçando-nos a desistir. Estamos satisfeitos pela nossa performance e pelo ritmo que conseguimos imprimir enquanto estivémos em competição”, adianta o piloto, que acrescenta: “Quero deixar um agradecimento à minha equipa por ter preparado o nosso Mokka em tempo recorde e ao Pedro Marcão que confirmou este fim de semana a sua perfeita adaptação ao ritmo que precisamos de impor para podermos discutir os primeiros lugares no nosso, tão competitivo, Campeonato Nacional de Todo Terreno”

 Nuno Matos regressa ao Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno já nos dias 7 e 8 de abril, altura em que se disputa a Baja TT de Loulé.

sábado, 17 de março de 2018

João Ramos domina Baja TT do Pinhal

• Piloto da Toyota Hilux com liderança confortável 
• Nuno Matos é segundo embora já esteja a mais de 3m30s 
• Pedro Ferreira ao volante do carro campeão nacional

 Está oficialmente na estrada a temporada de 2018 do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, com o arranque, esta sexta-feira, da Baja TT do Pinhal. No primeiro dia da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco, João Ramos foi o mais rápido. Venceu o prólogo e repetiu o feito nos 75,06 km do sector selectivo 1 (SS1).

 O piloto, que se apresenta ao volante de uma Toyota Hilux, lidera a classificação geral e o agrupamento T1 nos automóveis, com 3m37,85s de vantagem para o segundo classificado. Este é um resultado que o deixa naturalmente satisfeito: “O carro está com um comportamento muito bom, a reagir muito bem às condições que temos. A classificativa (SS1) tinha zonas em que o piso não estava muito húmido, mas de repente tínhamos zonas com muita lama, muito escorregadias, e em que a qualquer momento podíamos estar fora de estrada. No final vinha com um furo mas não troquei a roda no SS1, porque não sentia necessidade disso. Só o fiz depois”.

 Para amanhã, sábado, o piloto irá manter a toada, sem facilitar em demasia: “Eu não gosto de gerir muito, porque quando vou a gerir muito distraio-me. Gosto de impor sempre algum ritmo. Claro que vou-me precaver em tudo o que possa ser suspeito e obviamente que os meus adversários é que têm que fazer por lutar pela vitória. Acho que agora entreguei a responsabilidade a eles. No entanto, não vou baixar os braços, vou manter o ritmo para manter a concentração”. 

Em ano de regresso à competição, Nuno Matos, em Opel Mokka Proto, fechou o primeiro dia da Baja TT do Pinhal no lugar intermédio do pódio, seguido de Pedro Dias da Silva, que se apresenta na prova organizada pela Escuderia Castelo Branco em Mazda Proto. Pedro Ferreira é quarto da geral, ao volante de um Ford Ranger, carro com o qual Ricardo Porém se sagrou campeão em 2017. O top 5 é completado por Nuno Madeira, em Kia Sportage. Com os primeiros separados por escassos minutos, espera-se luta até final nesta prova inaugural da temporada.

 Já o agrupamento T8 é comandado por Nuno Tordo, em Mazda Proto. O piloto ocupa o 13º lugar da classificação geral e seguido de Rui Sousa, 14º, que coloca a sua Isuzu D-Max na frente do agrupamento T2.

 A Baja TT do Pinhal termina amanhã, com a organização a reservar para os concorrentes mais dois sectores selectivos (SS2 e SS3) e um total de 243,15 km ao cronómetro, nesta que é a prova de abertura do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, e que passa pelos concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova e Sertã.

Maio, Silva e Monteiro brilham no primeiro dia

• António Maio provou as suas qualidades e lidera tranquilamente 
• Quads protagonizam a luta mais renhida até ao momento 
• João Monteiro recuperou do atraso no Prólogo e terminou na frente 

A Baja TT do Pinhal marcou, esta sexta-feira, o início do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno para Motos, Quads e SSV. Numa prova marcada pelas condições atmosféricas adversas, mas propícias a um belo espetáculo de Todo-o-Terreno, António Maio (Motos), Filipe Silva (Quads) e João Monteiro (SSV) lideram ao final dos primeiros 81,3 quilómetros cronometrados da prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco.

 Apesar do centro nevrálgico da prova ter lugar na Sertã, foi o concelho de Oleiros que teve a honra de receber a partida para a nova temporada da competição organizada pela Federação Portuguesa de Motociclismo. Nas motos, António Maio provou neste primeiro dia de prova ter vontade de repetir o título de campeão nacional alcançado na última temporada. Prova disso, foi o forte primeiro sector seletivo que realizou, deixando Martim Ventura a 59 segundos. Isto já depois de ter vencido o prólogo com mais de seis segundos de vantagem sobre Mário Patrão. No final do primeiro dia, o piloto da Yamaha WR lidera com 1m21,45 segundos de vantagem sobre Martim Ventura (Yamaha WR) e mais de dois minutos sobre Salvador Vargas (KTM EXC F). “Foi um dia positivo e já tenho alguma vantagem, mas amanhã há muito quilómetros para percorrer. Tenho de entrar focado para evitar erros, as pistas estão traiçoeiras por causa da chuva por isso há que manter a intensidade e acima de tudo divertir-me”, disse o líder da prova.

 Nos quads, a emoção no primeiro dia compensou a reduzida lista de inscritos com Fábio Ferreira (ATVRACING) a dominar o prólogo, acabando por terminar o dia na terceira posição. Quem brilhou no primeiro setor seletivo foi Filipe Silva. O piloto do Suzuki LTR recuperou da desvantagem trazida do prólogo para terminar o dia no primeiro lugar, seguido de perto pelo campeão nacional, Arnaldo Martins, também em Suzuki LTR. 

A contrastar com a lista de inscritos nos quads, a categoria SSV contou com 56 viaturas à partida para a Baja TT do Pinhal. No prólogo de Oleiros, Ricardo Carvalho, em Yamaha YXZ 100SS, bateu por 0,47s Pedro Carvalho. Vítor Santos ficou a 3,35 segundos. Os três correm em Can-Am Maverick X3 XRS. Mais tarde, nos 75,06 km do primeiro sector seletivo, o vice-campeão nacional João Monteiro (Can-Am Maverick X3 XRS) não deixou os créditos por mãos alheias e assumiu a liderança da prova, já com 28,37s de vantagem sobre Pedro Carvalho. Recorde-se que o campeão nacional de Todo-o-Terreno na categoria SSV, Bruno Martins, está ausente da competição.

• Sol brilhou durante a Sertã Power Stage e o público marcou presença 

Para terminar o primeiro dia de competição deste campeonato nacional, a Sertã engalanou-se para receber as motos, quads e SSV numa Power Stage em formato “Corrida dos Campeões”. O sol brilhou, e ajudou à presença de milhares de espectadores que demonstraram a paixão desta região pelo Todo-o-Terreno.

 A classificação da Sertã Power Stage não contava para o apuramento dos tempos finais, sendo o resultado final apurado dos melhores tempos de todos os competidores em todas as categorias. A organização preparou prémios para os cinco primeiros classificados, sendo a Power Stage ganha por António Maio que completou o traçado em 1m8,0s, seguido de Martim Ventura, João Monteiro, Mário Patrão e Pedro Carvalho. “Esta Power Stage é uma grande evolução para o nosso desporto e devia passar a ser obrigatória em todas as provas. É assim que a modalidade evolui e os organizadores estão de parabéns pela iniciativa”, destacou António Maio.

 A Baja TT do Pinhal prossegue amanhã com um longo dia de competição. Pela frente, os concorrentes têm dois setores seletivos. O primeiro tem 181,08 quilómetros e o derradeiro terá 62,33 km.

Pedro Dias da Silva lidera Desafio e é terceiro à geral na Sertã

Arrancou ao início da tarde desta chuvosa Sexta-feira de final de Inverno a prova de abertura do Campeonato Nacional de TT, que, este ano, é também a ronda inaugural de mais uma temporada, a 11ª do Desafio Total Mazda. A Baja TT do Pinhal contou com os primeiros dois troços cronometrados, o Prólogo e o primeiro Sector Selectivo, que totalizaram aproximadamente 80 quilómetros em pistas entre Oleiros e a base da prova, Sertã.

 Em termos de Desafio Total Mazda, o grande destaque vai a prova sem mácula que a dupla Pedro Dias da Silva/José Janela está a realizar. A equipa que venceu o Desafio em 2017 lidera, para já, a competição promovida pela Mazda Motor de Portugal e pela Total, mas acumula um não menos relevante terceiro lugar à geral, tendo mesmo passado pelo segundo posto, de que só abdicaram já na fase final do Sector Selectivo.

 Com sete equipas a disputar esta prova de abertura da temporada de 2018, Pedro Dias da Silva imprimiu um ritmo forte desde o arranque, confinante nas suas, mas também nas capacidades do seu Mazda Proto e o resultado está à vista. À chegada, no final do dia à Sertã, esclarecia que “foi um dia muito bom para nós e que nos coloca em excelente posição para a segunda etapa. Correu tudo bem. O carro esteve irrepreensível e estou ciente de que não garantimos o segundo posto devido a um erro que cometi já no final do dia, num cruzamento em que era impossível inverter a marcha. Perdemos algum tempo, que nos custou o segundo lugar, que ocupávamos desde o primeiro CP (controlo de passagem). Estamos muito satisfeitos, mas plenamente convencidos de que a etapa de amanhã será exigente. Assim, temos que fazer uma gestão rigorosa do andamento para alcançar os nossos objectivos.”

 Segundos classificados no Desafio Total Mazda ao cabo da primeira etapa Nuno Tordo/António Serrão tiveram um arranque difícil com uma prestação complicada no Prólogo. O Sector Selectivo “correu-nos bem melhor e conseguimos imprimir um ritmo bem mais forte. Estou contente com este segundo lugar e queremos estar na luta amanhã,” esclareceu o piloto.

 Depois do segundo tempo do Desafio no Prólogo, Francisco Fil/Filipe Rasteiro garantiram ao final do dia o terceiro posto numa etapa em que rodaram “de forma muito calma. Sem correr riscos. Continuo a ter dificuldades com o carro, que tem um habitáculo muito pequeno para mim. Fazemos o que podemos e amanhã ainda há muita corrida...” afirmou Francisco Gil.

 Bruno Rodrigues/Ricardo Claro tiveram um primeiro dia duro, com dificuldades logo no prólogo, terminando com a quarta posição. Jorge Cardoso/Joaquim Norte não evitaram um despiste no troço de abertura da prova e acabaram por condicionar o resto do Prólogo, já que o seu carro ficou a bloquear a pista. Desta forma, Cardoso e ainda os restantes pilotos do Desafio, Floriano Roxo/Nuno Roxo e Filipe Videira/André Coimbra que, assim tiveram de cumprir o troço em ligação. Filipe Videira acabou por abandonar com o seu Mazda proto preso numa zona de muita lama do Sector Selectivo, enquanto Floriano Roxo e Jorge Cardoso garantiram, respetivamente, a quinta e sexta posições.

 Para amanhã estão reservados os 102,25 km do Sector Selectivo 2 - Sertã/Isna/Proença/Moitas/Sertã (início às 08h10), e a derradeira especial ao cronómetro de 140,9 km, Sertã/Oleiros/Isna/Proença-a-Nova. A chegada ao Pódio Final está agendada para as 15h45 em Proença-a-Nova.

 Classificação da 1ª Etapa (Desafio Total Mazda)

1º Pedro Dias da Silva/José Janela, 1h14m44,91s
2º Nuno Tordo/António Serrão 1hm23m53,51s
3º Francisco Gil/Filipe Rasteiro, 1h30m11,87s
4º Bruno Rodrigues/Ricardo Claro 1h32m12,08s
5º Floriano Roxo/Nuno Roxo, 1h38m34,31s
7º Jorge Cardoso/Joaquim Norte 1h46m32,00s