domingo, 3 de novembro de 2013

Diferença mínima no triunfo de Patrão

Um magro segundo foi a diferença final entre Mário Patrão e António Maio na Baja de Portalegre 2013. Após pouco mais de 352 quilómetros de intensa luta os dois pilotos que discutiram em Portalegre não só a vitória na prova mas também o título nacional 2013 a diferença entre ambos era de 4 minutos e 59 segundos favorável a António Maio, mas posteriormente o piloto alentejano foi penalizado em cinco minutos por ter falhado a paragem num controle de passagem.

 Com essa penalização Maio desceu ao segundo posto final na prova do ACP Motorsport e perdeu não apenas a sua sexta vitória na mais importante prova do TT nacional mas também o seu primeiro título nacional absoluto. Desportivamente a prova foi marcada pela intensa luta travada entre os dois pretendentes ao título. Após terem optado tacticamente no dia de ontem por parar no decorrer do prólogo para saírem na cauda do pelotão ambos deram espectáculo ao longo do sector selectivo de hoje não só pelo empenho que colocaram na luta pela primeira posição mas igualmente pelas imensa ultrapassagens que foram forçados a fazer.

 Numa primeira fase António Maio conseguiu conquistar cinco segundos a Mário Patrão, mas o piloto da Suzuki responderia de seguida para se colocar na frente com 34 segundos antes da chegada ao quarto ponto de reabastecimento. Patrão perdeu muito tempo antes de atingir essa mesma zona de assistência devido ao elevado estado de deterioração do pneu traseiro da sua Suzuki e o ritmo mais baixo que foi forçado a impôr para conseguir chegar à assistência ditou o reassumir da primeira posição por parte de Maio, que no final da prova tinha conseguido 4 minutos e 59 segundos de vantagem, mas a falha de paragem no CP2 ditou a penalização e o resultado final da prova.

 Com a penalização de cinco minutos imposta a António Maio foi Mário Patrão a ascender à primeira posição, com Maio a ser o segundo classificado a apenas um segundo. A terceira posição ficou desta forma na posse de Pedro Afonso, a cumprir aqui a sua 17ª presença na prova do ACP Motorsport, este já a mais de dez minutos do vencedor mas com apenas 27 segundos de vantagem para Henrique Nogueira, que fez aqui a sua segunda presença na prova alentejana, melhorando a sua prestação final depois de ter sido sétimo em 2012.

 A fechar o lote dos cinco primeiros ficou Domingos Santos que venceu também na classe TT1 e sagrou-se igualmente campeão nacional na categoria.

  Carita Superior

 No forte e aguerrido pelotão dos quad quem conseguiu a vitória foi André Carita. A sempre discutida categoria foi novamente recheada de intensos duelos e no fecho do cronómetro Carita garantiu a sua vitória de estreia na prova na frente do veterano Vítor Santos, a fazer aqui a sua única corrida do ano aos comandos de um quad. Carita conquistou uma vantagem de dois minutos e meio face a Vítor Santos, com o ex-campeão nacional Luís Engeitado a ser o terceiro numa clara demonstração que a experiência continua a ser muito importante numa prova sempre longa e demolidora como é a Baja de Portalegre.

 Ruben Alexandre, o vencedor do prólogo no dia de ontem, foi o quarto classificado, com Vítor Caeiro a fechar a prova na quinta posição.

  Tavares confirma

 Após ter conseguido o título nacional entre os UTV’s e Buggy’s na prova anterior o jovem Nuno Tavares conseguiu em Portalegre a sua vitória de estreia na mais importante prova do calendário. Com escola de iniciação no karting o piloto do Polaris RzR estreou-se em 2012 no campeonato e esteve perto de vencer esta mesma Baja no passado ano, quando então abandonou a cerca de uma dezena de quilómetros do final. Em 2013 encerrou a sua primeira temporada completa no campeonato e depois do título assinado na prova anterior fechou a época da melhor forma com a vitória na prova do ACP Motorsport.

 A segunda posição final na categoria foi para o brasileiro Aristides Mafra com o espanhol Roberto Vinaras a fechar o pódio mais internacional desta 27ª Baja de Portalegre. Na quarta posição ficou Teo Vinaras, outro espanhol, cabendo a Bruno Martins a posse do quinto posto.

  Villar triunfa

 Após ter conquistado a vitória no prólogo entre os pilotos da Classic Baja, o experiente Bernardo Villar confirmou hoje a primeira posição ao vencer no final dos pouco mais de 200 quilómetros reservados aos pilotos mais velhos. Com longa história na prova Villar trouxe para as pistas da Baja a Honda XR 600 que tantas alegrias lhe deu noutras eras e conseguiu a vitória na frente de Ricardo Coelho com seis minutos e 25 segundos de diferença entre ambos.?A fechar o pódio terminou Duarte Amaral, na frente de António Coimbra e Fernando Zagalo, os primeiros entre as equipas de dois pilotos, com Pedro Lopes a ser o quinto classificado.

Holowczyc vence Baja Portalegre e conquista a Taça do Mundo

• Sixth consecutive FIA World Cup title for X-raid 

 • Kaczmarski finishes second in Portugal 

With a fantastic recovery, Poland’s Krzysztof Holowczyc and his MINI ALL4 Racing secured FIA Cross Country Rally World Cup drivers’ title in the Baja Portalegre held in Portugal. For X-raid it’s the sixth consecutive World Cup triumph! Holowczyc travelled to Portugal as third in the championship but together with his co-driver Andreas Schulz he won the event to leap to the top position in the World Cup standings and secure the title. In addition, the Monster Energy X-raid Team won the FIA World Cup team title. Thanks to the points scored by Holowczyc and Nani Roma, this title was secured by the team even prior to the season final.

 Nonetheless, the Polish-German pairing had to work hard for achieving this success! An extremely big number of deep water crossings made for difficult conditions but the Pole and his MINI ALL4 Racing completed the special stages in safe style without taking any risks. With his young compatriot Kaczmarski also convincing with a great performance and securing second place. For the Pole, it was only the second event he contested at the wheel of the MINI ALL4 Racing.

 Since 2008, the FIA World Cup title has been won by the Trebur based team. In that year, Qatar’s Nasser Al-Attiyah won both the FIA Cross County Rally World Cup and the FIA Cross County Baja World Cup with the BMW X3 CC. In the following years, the title was won by Frenchman Guerlain Chicherit and Russia’s Leonid Novitskiy who prevailed in two consecutive years. The 2012 World Cup was won by Khalifa Al-Mutaiwei in the MINI ALL4 Racing. The driver from Dubai already won the 2004 World Cup title for X-raid – in that year with the BMW X5.

  “Yes, we’ve made it,” beamed Krzysztof ‘Holek’ Holowczyc. “We opted for a fast but clever approach, here in Portugal. Nothing would have been worse than making a mistake in the closing stages. But in the end, Andi and I won the Baja – and the title, too.”

  “From the very beginning we were optimistic that Krzysztof has got the chance to win the title,” said Monster Energy X-raid Team Manager Sven Quandt. “Certainly his season wasn’t trouble-free but he kept it cool at Portugal and consequently clinched the title. The conditions with the loads of water were anything but easy. Now we have been undefeated in the World Cup for six years.” 

Overall result Baja Portalegre:

1st K. Holowczyc (POL) / A. Schulz (GER) MINI ALL4 Racing – 5h 08m 39s
2nd M. Kaczmarski (POL) / F. Palmeiro (POR) MINI ALL4 Racing – 5h 09m 59s
3rd P. Grancha (POR) / I. Grancha (POR) BMW Evo X1 – 5h 28m 13s

  2013 FIA Cross Country Rally World Cup:

1st Krzysztof Holowczyc 148 points
2nd Jean-Louis Schlesser 126 points
3rd Nani Roma 120 points

E o título ficou para 2014

Marcos Moraes e Du Sachs batem em árvore e terminam o mundial em 3º lugar. Lucas Moraes e Beco Andreotti não completaram a 1ª especial, mas fecharam a 2ª com um 4º lugar na categoria e 7º na geral.

 Definitivamente hoje não foi um bom dia para os brasileiros em Portugal. Com pouco mais de 400 km de trajeto, o Baja Portalegre ofereceu um percurso bastante seletivo, com rios fundos, trechos molhados e atoleiros mesmo em dia de sol e quebradeira de sobra. Logo na 1ª especial a prova mostrou que hoje nenhum brasileiro venceria por lá.

  Marcos e Du

Faltavam apenas 30km para o fim da 1ª especial. Depois de cumprir 170 km e ver seus concorrentes diretos vulneráveis( russos vinham lentos e portugueses bateram), Marcos e Du entraram em um trecho mais molhado, um "s" estreito com duas árvores, e num momento de descuido o carro escorregou e eles bateram lateralmente em uma árvore. A batida foi mais um susto, a dupla chegou a finalizar o trecho em 3º na categoria e tentou voltar à competição. Mas devido a pancada na porta e por ter amassado levemente( 3mm) a gaiola protetora, a FIA( Federação Internacional de Automobilismo) não permitiu que os brasileiros continuassem na disputa e os desclassificou. Acabava ali o sonho do título.

  " Nosso desempenho vinham sendo excelente, sabíamos que estávamos com melhor ritmo que nossos concorrentes, mas contra a decisão da FIA não há argumentos. Os portugueses também bateram na mesma árvore, só que de frente, e conseguiram relargar. Mas andaram se arrastando. E o que era para ser um dia de disputa intensa tornou-se um dia de sobrevivência. Os russos também se arrastaram pelo caminho e no final, saímos daqui como chegamos, em 3º lugar na temporada".

 A vitória do mundial na T2 foi da dupla russa Alexander Baranenko e Roman Elagin, seguidos dos portugueses Rômulo Branco e João Seródio, em 2º.

  Lucas e Beco 
Na 1ª especial, com apenas 30km de prova, Lucas e Beco atolaram e não conseguiram concluir a etapa. No 2º trecho cronometrado, ele mostraram que estão prontos para competir dentre os melhores do mundo e fecharam a 2ª especial com um 4º lugar na categoria e 7º na geral.

  "Essa é um competição surpreendente e não permite erros. Apesar do problema na 1ª especial, o resultado da 2ª mostra bem que temos ritmo para andar dentre os ponteiros no mundial e isso nós deixa muito felizes. Mas o dia não é de comemoração, é de certeza que vamos voltar e fazer melhor em 2014", finaliza Lucas

  E assim termina o mundial 2013

Depois de 7 etapas o resumo da temporada é: eles andam forte e são concorrentes de alto nível em qualquer lugar do mundo. E ao ser perguntado sobre como seria o ano que vem, Marcos foi enfático: " vamos voltar, queremos o título mundial e vamos buscá-lo novamente em 2014".

Rómulo Branco vice-campeão da Taça do Mundo

Mundial de TT termina com balanço positivo para dupla luso-angolana

 O piloto Rómulo Branco viu esta tarde, na 27ª edição da Baja Portalegre, a sua luta pelo título mundial condicionada por um acidente de percurso que comprometeu a conquista pelo título mundial na categoria T2, posição que disputava com o seu adversário direto, o russo Alexander Baranenko.

 O Mitsubishi Pajero da dupla luso-angolana seguia num bom andamento até que ao km170 um embate numa árvore viria a comprometer a prestação da equipa, que completou este ano, pela primeira vez, o Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno, no qual ocupava, até ao momento, a 2ª posição na categoria T2.

  “Começámos este segundo dia de prova com um bom andamento, com um ritmo muito certinho, sem arriscar muito, mas ao km170, aparentemente sem explicação, batemos numa árvore, o que também parece ter acontecido com outros colegas. Parecia um desvio de uma árvore muito simples, mas toquei no travão e o carro acabou por bater na árvore”, lamenta Rómulo Branco, que acrescenta:

  “Ainda conseguimos ser puxados até ao final do percurso, recuperámos o carro e penalizámos cerca de 25 minutos. O carro ficou com alguns problemas: aqueceu muito e tivemos de seguir a um ritmo muito lento para o trazer até ao fim…e não foi possível fazer mais do que isto”.

 Apesar do sucedido nesta Baja 500 Portalegre, derradeira prova do Campeonato Nacional e da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno, Rómulo Branco, faz um balanço positivo da temporada 2013: “Foi pena porque fizemos tudo para conseguir o título. Lutámos mas não foi possível lá chegar. Esta é a primeira vez que eu e o João fazemos um Campeonato do princípio ao fim. Posso dizer que aprendi muito com esta experiência. Aprendi muito nas areias do Dubai, do Qatar. Nas Bajas andámos sempre bem. Só tivemos o azar da Polónia por causa dos problemas mecânicos e este azar aqui em Portalegre, mas o balanço é muito positivo. As corridas são mesmo assim”.

Mário Patrão venceu na Baja Portalegre 500 e sagrou-se Campeão Nacional de Todo-o-Terreno

Senense somou o “hexa” no Todo-o-Terreno nacional

 Mário Patrão saiu da mítica Baja Portalegre com mais um triunfo assegurado no Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno. O piloto de Seia vence a categoria Absoluto em motos desde a temporada de 2008, afirmando-se agora como um dos pilotos com maior número de títulos nacionais em diferentes disciplinas de Motociclismo.

 Em Portalegre, por ocasião da 27.ª edição da maior prova de Todo-o-Terreno de Portugal, Mário Patrão mostrou-se superior ao longo dos 352 quilómetros de percurso cronometrado e somente na reta final da etapa acabou por perder tempo considerável para o seu adversário direto na luta pelo título final, motivado pela perda por completo do pneu traseiro da sua Suzuki e que o forçou a uma paragem alargada na última zona de assistência.

 Apesar de terminar em segundo derivado ao contratempo, o “Mr. Baja” acabou por beneficiar de uma penalização imposta pela organização da prova ao seu opositor, por falha de um controle de passagem, e assumiu a sua quinta vitória na Baja Portalegre 500.

  “Posso dizer que trabalhei muito para estar em Portalegre a lutar pela vitória e ela não surgiu em vão. Fiz uma corrida isenta de erros, perfeita, estive praticamente sempre mais rápido apesar do meu principal adversário ter partido atrás de mim, mas depois de ficar com o pneu traseiro completamente destruído acabei por ver praticamente perdida a vitória na corrida. Acabo por sair de Portalegre com mais um título de Campeão, o sexto consecutivo, só posso estar orgulhoso por mais este feito para o meu palmarés e para toda a minha equipa de assistência, patrocinadores e apoiantes que têm sido fantásticos”, comentou o piloto da RR Motos, Suzuki e Crédito Agrícola. 

Encerrada a temporada de Todo-o-Terreno nacional, Mário Patrão concentra agora as suas atenções para uma repetida experiência no grande Rali Dakar, em Janeiro de 2014.

Pedro Grancha no pódio da Taça do Mundo, vence prova do Nacional TT

• Piloto de Cascais passa a ser prioritário FIA 

 • Equipa conquistou vice-liderança do Campeonato Nacional 

A dupla formada por Pedro Grancha/Inês Ponte venceu, hoje, na 27ª edição da Baja 500 Portalegre entre as equipas que competem no Nacional de Todo-o-Terreno. O 3º lugar alcançado na classificação geral dos automóveis permitiu a Pedro Grancha subir ao pódio de uma competição da Taça do Mundo. O piloto conquista, assim, a vice-liderança do campeonato e ascende à posição de prioritário FIA. Pedro Grancha venceu ainda o título nacional de veteranos.

 Com este resultado a dupla, que se apresenta aos comandos de um BMW Evo X1 inscrito pela PMG Motorsport/ Filipesport, venceu o troféu nacional de equipas.

  “Estamos muito felizes com o resultado alcançado nesta Baja Portalegre. Todos os objetivos foram cumpridos e, por isso, não podíamos estar mais satisfeitos. Andámos sempre entre os cinco primeiros e, no final, conseguimos subir ao pódio, que era a maior meta a atingir. Felizmente correu tudo bem e não tivemos problemas a assinalar. Foi uma boa prova bastante competitiva e por isso a nossa satisfação é ainda maior”, revelou Pedro Grancha.

Etelvino Carvalho vence Desafio em Portalegre

Nuno Gonçalves arrecada título de navegadores

 Teve lugar este fim-de-semana a 27ª edição da Baja 500 Portalegre e que, uma vez mais, contou com a presença do Desafio Total/Mazda, a única competição monomarca inserida no Campeonato de Portugal de TT. A prova ficou marcada por uma extrema dureza e os mais resistente foram Etelvino Carvalho que, ao vencer, deu um importante passo na luta pelo título deste ano. Quem já pode festejar é o seu co-piloto Nuno Gonçalves que, com a vitória deste fim-de-semana já é “campeão” de navegadores.

 O primeiro dos dois sectores selectivos da prova revelou-se muito complicado para uma parte considerável das equipas que disputam o Desafio Total/Mazda 2013. Os cerca de 200 quilómetros deste primeiro percurso da segunda etapa acabaram com as aspirações de três das formações em prova. A primeira equipa a abandonar foi a formada por Rui Lopes e Francisco Cabral. A BT-50 ficou sem a terceira velocidade com apenas 70 quilómetros de prova e o abandono acabou por consumar-se ainda antes de CP1 quando a caixa de velocidades deixou mesmo de funcionar.

 Mais à frente surgiram problemas de turbo com a equipa Bruno Oliveira/Vânia Paim, vencedores do Prólogo de ontem. O turbo cedeu e a equipa foi forçada a parar ainda com pouco mais de metade do sector cumprido. Depois da quebra de um amortecedor, problemas na alimentação de combustível levaram João Rato/José Motaco a ficarem pelo caminho já na fase final do troço matinal.

 Com isto, à chegada ao reagrupamento entres os dois sectores selectivos, a liderança estava na mão de Etelvino Carvalho, apesar de a caixa de velocidades ser fonte de alguma desconfiança por parte do piloto de Portalegre. Nada preocupado e com um ritmo muito controlado, João Oliveira/Paulo Torres eram segundos entre os Mazda.

 No segundo sector, Etelvino Carvalho conseguiu imprimir o andamento mais forte e cimentou a liderança, rodando mesmo entre os mais rápidos do Evento Nacional nesta Baja 500. O piloto alentejano regressou a Portalegre com uma vitória inequívoca em termos de Desafio e com o terceiro lugar à geral no Evento Nacional, posição que o deixou naturalmente muito satisfeito: “Foi uma corrida com alguns percalços, mas chegámos ao fim e isso deixa-nos muito contentes. Não foi fácil fazer a corrida quase toda sem terceira velocidade, mas o resultado final é muito bom e coloca-nos na liderança do Desafio.” 

 Nuno Gonçalves também não escondeu a sua alegria em relação à conquista do título, afirmando que “é uma sensação muito boa. Faltam-me as palavras. Aproveito para dedicar esta conquista ao meu pai e ao Etelvino. Sem eles nada disto era possível!” 

 João Oliveira voltou a ter uma jornada isenta de problemas, chegando ao final no segundo posto do Desafio e na luta pelo título: “Antes de mais gostava de dar os parabéns ao Nuno Gonçalves pela conquista do título. O Paulo Torres estava na luta, mas em prol do resultado da equipa, achámos melhor não correr riscos e assim não atacar. Foi uma tarde muito mais dura do que esperávamos, mas a verdade é que o resultado nos satisfaz e serve os nossos interesses na luta pelo título.”

 A próxima prova do Desafio Total/Mazda está inserida na prova de resistência de Fronteira, que tem lugar nos dias 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro.

  Classificação Final:

1º Etelvino Carvalho/Nuno Gonçalves (Mazda BT-50 – Elpídio e Horácio), 6h14m40s
2º João Oliveira/Paulo Torres (Mazda BT-50 - Santogal), 6h46m15s

  Desafio Total / Mazda (Pilotos)

1º Etelvino Carvalho, 61 pontos
2º João Oliveira, 58
3º João Rato, 35
4º Bruno Oliveira, 15
5ºs Miguel Paião e Rui Lopes, 12

  Desafio Total Mazda (Navegadores)

1º Nuno Gonçalves, 61 Pontos – “Campeão 2013”
2º Paulo Torres, 58
3º Jorge Amaral, 35
4º Vânia Paim, 15
5º Gil Brito e Francisco Cabral, 12

Nuno Matos abandona Baja Portalegre quando era 4º da geral e o melhor português em prova

Nuno Matos e Filipe Serra despediram-se ingloriamente do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno 2013, abandonando a Baja Portalegre 500 ao km 125 do primeiro Setor Seletivo, numa altura em que ocupavam um promissor 4º lugar na classificação geral e eram a melhor dupla portuguesa em prova.

“Estávamos a andar muito bem, sem forçar em demasia, mas com um ritmo constante. Tínhamos acabado de passar em CP1 (km 117) quando o carro pura e simplesmente bloqueou… Ainda não sabemos exatamente a origem do problema, embora admita que possa estar relacionado com o motor. Enfim, é um final de época frustrante! Resta-nos agradecer o apoio que todos nos deram ao longo desta época e muito especial nestes últimos dias”, afirmou o piloto.

  “É realmente muito frustrante quando não conseguimos transformar em resultados o árduo trabalho que temos dedicado a este projeto. Naturalmente que há aspetos que temos obrigatoriamente que melhorar ou corrigir, mas a verdade é que nunca deixamos de evoluir ou de procurar soluções para os problemas que foram surgindo e que são próprios da juventude deste projeto. Estamos desiludidos, é verdade… Mas estamos também convictos de que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para dignificar este projeto e os seus patrocinadores. Para o ano seguramente que voltaremos mais fortes e ainda mais determinados. Disso não tenho qualquer dúvida”, concluiu Nuno Matos.