sexta-feira, 6 de março de 2009

Helder Oliveira à conquista do título mundial


Piloto de Barcelos é o “ponta de lança” da Tecnosport

Depois do excelente resultado alcançado em 2008 na prova portuguesa da Taça do Mundo de Todo o Terreno, onde levou a Nissan Pathfinder da equipa Tecnosport (Nissan Itália) à 4ª posição absoluta no Rali Vodafone Transibérico, o piloto de Barcelos Helder Oliveira aposta este ano na conquista do título mundial em T2.

Campeão Nacional e Ibérico (T1) em 2001, Helder Oliveira foi o piloto escolhido para tentar revalidar o título mundial que a equipa italiana alcançou em 2008, passando ainda a ocupar o lugar de destaque na Tecnosport, que anteriormente pertencia ao conceituado Kenjiro Shinozuka.

"No ano passado tive uma excelente estreia aos comandos do Nissan Pathfinder no Transibérico. Posteriormente, não fui tão feliz no Pax Rally, mas criei uma boa relação com a equipa, o que permitiu receber da parte da Tecnosport o desafio irrecusável de lutar pelo título mundial, que para eles será a revalidação de uma conquista alcançada em 2008. É um desafio enorme, de grande responsabilidade, ao qual me vou esforçar por responder dando o melhor de mim. O todo o terreno português tem muitos créditos além fronteiras e contem comigo para lutar por trazer mais um triunfo para Portugal e muito especialmente para os patrocinadores, que são uma parte fundamental neste projecto desportivo”, salientou o piloto de Barcelos.

A Taça do Mundo começa já no final deste mês com uma competição que terá lugar nos Emiratos Árabes Unidos, o UAE Desert Challenge, prossegue em África, com o Rali da Tunísia e termina em Junho em Portugal, no Rali Transibérico. Helder Oliveira terá como co-piloto o consagrado François Borsotto, que já venceu a Taça do Mundo de T2 ao lado do seu compatriota Thierry Magnaldi, tendo acompanhado por diversas vezes o também francês Jean Louis Schlesser.

A2 Comunicação

quinta-feira, 5 de março de 2009

Oleoban e Elisabete Jacinto vão continuar a competir


• Team Oleoban continuará ligado à MAN Portugal

O drama que Elisabete Jacinto viveu no Dakar 2009 quando, no decorrer da 5ª etapa, o camião do Team Oleoban MAN Portugal foi totalmente consumido pelas chamas, está definitivamente ultrapassado e a piloto pode dar continuidade ao seu notável percurso desportivo. A equipa irá contar com um novo MAN TGS, que chegará a Portugal em breve, a fim de terminar a sua preparação para as mais duras e diversas competições do todo-o-terreno mundial.

“A Elisabete estava a fazer um Dakar notável, tendo começado por averbar um magnifico 11º lugar na etapa de abertura. A perca do camião foi um drama que nos marcou muito mas, nos dias seguintes, fomos abordados pela MAN e outra equipa de topo que se prontificaram em colaborar connosco a encontrar uma forma de dar continuidade a este projecto desportivo, que é muito acarinhado no seio da competição dos camiões” explica Jorge Gil, marido de Elisabete Jacinto e o director desportivo da equipa.

De então para cá as várias propostas foram sendo estudadas e apresentadas aos patrocinadores que decidiram manter o seu apoio a Elisabete Jacinto. A piloto deverá estrear o seu novo veículo em pistas marroquinas no decorrer de treinos que ali serão efectuados nos primeiros dias de Maio, já com a nova decoração integrando o Oleoban, a MAN Portugal e a Petronas como patrocinadores principais: “É para mim uma enorme alegria poder dar continuidade a este projecto, depois do enorme esforço que tem sido feito tanto da minha parte como da equipa para sermos cada vez mais competitivos. A onda de solidariedade que tive no Dakar após o acidente foi enorme e o respeito demonstrado pelo nosso trabalho encheu-me de orgulho, a minha aposta agora será evoluir este camião o mais rapidamente possível”, salienta a piloto que já partiu para a Alemanha de onde regressará nos próximos dias com o seu novo MAN.

A2 Comunicação

quarta-feira, 4 de março de 2009

Paulo Gonçalves: o novo elemento da Equipa Bianchi Prata/CIN


Após a sua prestação brilhante no Dakar Argentina-Chile em Janeiro, o 23 vezes campeão nacional, Paulo Gonçalves junta-se à equipa Bianchi Prata/CIN numa parceria que veio aumentar ainda mais a notoriedade da equipa Lusa.

Após vários anos na Honda prepara-se para correr na marca alemã BMW, moto oficial da equipa Bianchi Prata, Paulo Gonçalves não esconde o seu entusiasmo de fazer parte de uma estrutura forte com condições privilegiadas para todos os seus membros, proporcionadas pela equipa, gerida pelo piloto e Team Manager Pedro Bianchi Prata. Um apoio essencial para garantir grandes resultados numa época que será disputada pelos melhores pilotos nacionais.

Para o Team Manager da Bianchi Prata/CIN, cujo objectivo é ter uma equipa forte com capacidade de conquistar os lugares da frente nas diversas categorias de Enduro, TT e Cross Country, esta sinergia representa um aumento na força da equipa para lutar pelos vários títulos nacionais e internacionais.

“O Paulo não precisa de introduções, é um dos melhores pilotos nacionais com um palmarés invejável! Reúne todas as condições para ser campeão nacional nas diversas modalidades que pretende correr este ano. Todo o Team têm lutado muito para criar uma equipa com uma estrutura forte e completa com condições que permitem o nosso sucesso. É importante proporcionar aos pilotos os meios para eles conquistarem os seus objectivos. A Bianchi Prata/CIN esforça-se muito para ter uma forte imagem, uma comunicação constante de todos os pilotos para além de condições físicas presentes em todas as provas. Ultimamente a equipa tem passado por várias mudanças, a parceria com a BMW Motorrad veio acrescentar prestigio e o Paulo Gonçalves juntar-se à nossa equipa também. É um orgulho como Team Manager e como piloto profissional ver esta equipa crescer desta maneira.” Comenta Pedro Bianchi Prata.

Também o Paulo Gonçalves não esconde os motivos desta mudança de equipa, acrescentando que “Após a marca que eu representava ter anunciado o seu afastamento da competição de imediato surgiu a hipótese de me integrar na equipa Bianchi Prata. De facto a equipa Bianchi Prata foi a única que conseguiu reunir as condições necessárias de forma a que eu possa continuar a ser competitivo e lutar pelas vitórias. Depois de algumas conversas fiquei surpreendido com a motivação e a determinação que todos os membros da equipa depositam neste projecto, o que é importantíssimo para que este seja uma aposta vencedora.”

Os objectivos da equipa passam por ganhar o maior número de títulos nacionais e internacionais, uma luta que Paulo Gonçalves está mais que preparado a enfrentar.

“Em termos nacionais, os meus objectivos passam por garantir o maior número de vitórias nas restantes corridas de enduro e lutar pelos títulos de Todo Terreno e Cross Country. A nível internacional está prevista a minha participação na prova de Mundial de Enduro em Portugal e também o Rali Dakar onde espero levar a BMW G 450 X aos lugares da frente.”
Explica Paulo Gonçalves.

Relativamente à troca de marca, um assunto que para muitos até poderia ser complicado, não passa de um período de adaptação necessário para Paulo Gonçalves, pois a nova BMW G450X tem se mostrado ser fiável e uma excelente aposta para vencer nas várias modalidades das provas nacionais.

“Conduzir a nova BMW G450X é verdadeiramente espectacular, naturalmente que precisarei de algum tempo de adaptação à moto, bem como à modalidade, visto estar há algum tempo afastado deste tipo de provas. Mas já deu para sentir o potencial que esta nova proposta que a BMW apresenta.” Paulo Gonçalves.


A equipa Bianchi Prata/CIN passa agora a ser constituída pelos seguintes pilotos:

Pedro Bianchi Prata (Team Manager e Piloto) – Classe Nacional
Paulo Gonçalves – Classe Elite 2
Gustavo Gaudêncio – Classe Elite 2
Tomás Neves – Classe Nacional
Filipe Santos – Classe Verdes 2


www.bianchiprata.com

terça-feira, 3 de março de 2009

Dakar 2010 apresentado


O Dakar 2010 foi apresentado em 2 sessões realizadas uma em Buenos Aires na Argentina, e outra em Santiago no Chile, tendo os organizadores desvendado os principais detalhes da 32ª edição do evento que irá arrancar da capital argentina no próximo dia 2 de Janeiro do próximo ano.

Depois de uma primeira experiência na América do Sul, a variedade dos territórios e terrenos atravessados, a intensidade do desafio enfrentado pelos participantes e o entusiasmo do público convenceram as autoridades dos 2 países e a organização do rali em repetir a aventura.

Em 2010 , a Argentina e o Chile irão celebrar em conjunto o bi-centenário da sua independência : Caberá ao Dakar a honra de dar ínicio ás celebrações.

As pistas descobertas na Argentina e no Chile durante a edição de 2009 representa um convite ás equipas para continuarem a explorar. Em termos desportivos, o potencial destes territórios oferece grandes expectativas: e ao dirigir-se para novas regiões, o Dakar 2010 irá oferecer um intenso e renovado desafio.

A experiência da primeira edição na América do Sul revelou alguns problemas em termos de terreno, tendo ocorrido diversas modificações no percurso de forma a garantir a segurança da prova e equilibrio entre os participantes. Para a próxima edição estão previstas mais travessias de dunas e secções fora de pista, e ainda uma divisão mais equitativa entre os dois países, prometendo assim seduzir os amantes das dificuldades.

Fonte: www.todoterreno.pt

segunda-feira, 2 de março de 2009

27º Transportugal foi um sucesso


“Tudo faremos para que o Transportugal continue”

Um percurso de excelência, uma organização ao seu melhor nível e mais de 500 pessoas, algumas que participaram no Transportugal pela primeira vez, unidas numa sentida homenagem a José Megre, “o pai do todo o terreno em Portugal” que em 1986 lançou esta fórmula de sucesso que tem proporcionado a milhares de pessoas conhecer o Portugal imensamente belo que existe longe das principais rotas turísticas.

Entre as 250 equipas participantes no 27º Transportugal Accenture estiveram alguns pilotos de várias disciplinas dos desporto motorizados, tais como Armindo Araújo, Miguel Barbosa, Pedro Grancha, Pedro Bianchi Prata, Pedro Gameiro e os irmãos Rodrigo e Duarte Amaral, mas também Pedro Vilas Boas que, com José Megre, foi um dos fundadores do Clube Aventura e seu parceiro no lançamento do Transportugal.

Se a organização do evento esteve a cargo da habitual equipa do Clube Aventura, coube a Ricardo Megre dar a cara e assumir que tudo se irá fazer para que o Transportugal continue rumo à sua 30ª edição. Uma aposta que recolheu o aplauso unânime dos participantes, que garantem voltar nos próximos eventos.

Depois de um primeiro dia em que o percurso terminou em Tavira, a segunda etapa levou os participantes até Beja. O início do percurso contou com pistas da Serra Algarvia que proporcionaram um enorme prazer na condução em fora de estrada.

Seguiu-se o prato forte deste 27º Transportugal, com um percurso de quase cinco quilómetros ao longo do leito da Ribeira de Odeleite incluindo longos cruzamentos da linha de água que fizeram as delícias dos estreantes e entusiasmaram os mais experientes.

Depois do almoço, servido na aldeia de Santa Cruz e onde não faltou a presença do grupo de cantares local, o regresso a Beja fez-se por rápidas pistas do Baixo Alentejo, com passagem por Almodôver e Ourique.

A2 Comunicação

Boris Gadasin Vence na neve


Terminou hoje na região de Leninegrado , a primeira prova pontúavel para a Taça FIA de Bajas, depois da exclusão da Hail Baja. A Baja Northern Forest Russia 2009, percorreu as florestas e campos em redor da cidade de S. Petersburgo, tendo como nota dominante a muita neve e gelo presente nas pistas, a contrastar com os outros tipos de pisos encontrados nos eventos da taça de bajas.

Num evento muito particular, a esmagadora maioria dos participantes foram pilotos locais (pouco ou nada conhecidos em Portugal) mais habituados ás condições das pistas do que a generalidade dos pilotos que regra geral participam nos eventos FIA.

No entanto, o vencedor desta prova foi um nome bastante conhecido , e que é Boris Gadasin, que venceu com relativo à vontade. Os pilotos, tiveram hoje que percorrer 2/5 da distância total do evento, e a dureza das pistas provocou algumas modificações na geral. Na frente, os lideres utilizaram a estratégia em vez da velocidade para chegarem ao fim em posição de destaque. Pelo lado de Boris Gadasin, o piloto teve que gerir o esforço da sua Nissan, uma vez que tinha que lidar com alguma cautela com o veio de transmissão que lhe foi cedido pelo seu rival Ruslan Misikov , não podendo correr o risco de ficar novamente sem transmissão e perder a liderança. Pelo lado de Misikov seguia-se uma estratégia de cautela, uma vez que o piloto preferiu garantir os pontos para o campeonato do perseguir a vitória e com isso arriscar o que já tinha como garantido. Mesmo assim e apesar das "cautelas" o duo da frente conseguiu realizar os tempos mais rápidos das especiais com o piloto da G-Force a vencer as 2 especiais, e Ruslan Misikov a ser segundo e terceiro respectivamente nas especiais.

A contrastar com o domínio dos 2 da frente, as tripulações que os seguiam tiveram uma dia complicado. O duplo vencedor da "Northern Forest" Aleksey Berkut despitou-se durante o SS5, quando o motor da Mitsubishi parou numa altura em que seguiam a 140km\h, provocando uma saída de estrada com capotanço. Mesmo assim conseguiu terminar a especial, mas os danos provocados ditaram o consequente abandono. Quem também teve um dia para esquecer foi um dos aspirantes á vitória no T2 quando o Patrol parou a apenas 300 metros do final do SS6 e recusou-se a continuar, deixando o jovem piloto muito desapontado, pois tinha dominado a categoria desde o ínicio.

Mas o maior ponto de interesse do dia de hoje foi a luta entre Alexander Mironenko e Miroslav Zapletal, que procuravam alcançar o terceiro lugar . As muitas centenas de espectadores espalhados ao longo da especial puderam apreciar esta luta, mas para grande decepção dos fãs Russos, foi Zapletal a conseguir subir ao lugar mais baixo do podium. Quanto a Mironenko, enquanto percorria o SS5 teve uma saída de pista e atingiu um monte de neve, tendo perdido mais de 5 minutos para regressar á pista, ficando assim atrás do seu oponente. No SS6 nem um nem outro tiveram problemas, mas Zapletal estava longe demais para Mironenko conseguir fazer alguma coisa.

Fotos Lina Arnautova, Andrey Chursinov
Fonte: www.todoterreno.pt

domingo, 1 de março de 2009

250 equipas no 27º Transportugal


Pela primeira vez sem a presença de José Megre

250 equipas, entre viaturas 4x4, motos e quads estão a particpar no 27º Transportugal Accenture, a primeira edição do mais importante evento de lazer em todo o terreno realizado em Portugal e cujas origens remantam a 1986. Pela primeira vez na sua história o Transportugal não conta com a presença José Megre, cuja morte abalou todos os adeptos do todo o terreno, mas a quem está a ser prestada uma merecida homenagem através de uma participação em grande número nesta edição que tem o Baixo Alentejo e o Algarve como zonas de passagem.

A primeira etapa realizou-se entre Beja e Tavira. A caravana saiu da capital do Baixo Alentejo pelas oito da manhã e a partir de Serpa uma boa parte do percurso teve o Guadiana como pareceiro de viagem. Nas Minas de São Domingos a organização do Clube Aventura montou uma curiosíssima prova especial para os motards e o almoço, que se seguiu, teve lugar no Poceirão. Da parte da tarde a caravana passou por Mértola e percorreu bonitas pistas da Serra Algarvia onde várias passagens de cursos de água fizeram as delícias de todos os participantes. Tavira recebeu esta numerosa caravana que junta mais de meio milhar de pessoas.

De destacar a presença de diversos pilotos de várias disciplinas mas deita feita todos fizeram a opção pelas duas rodas. Estão presentes Armindo Araújo, Miguel Barbosa, Pedro Grancha, Pedro Bianchi Prata, Pedro Gameiro e os irmãos Rodrigo e Duarte Amaral.

Amanhã o 27º Transportugal Accenture regressa a Beja através de um percurso mais interior, passando por Almodover.

A2 Comunicação

Boris Gadasin lidera na neve


Depois de disputado o SS4, a Baja Northern Forest é liderada por Boris Gadasin.

Siga aqui os concorrentes em tempo real.

Crew #1 (Gadasin): Frankly speaking, the day was not so easy. During the first 5 kilometers we had an old propshaft with a bad vibration and when we were accelerating up to 200 km/h, it broke down. On the first loop we had only the front-wheel drive, but it was a good training, then we got used to the track. After the service we put a new propshaft and we had to attack to win back the lost time. The only thing that didn't give us the opportunity to drive with pleasure was snow, much snow. That is the reason why the studs didn't reach the surface.


- What are your feelings about the car? Have you got used already?

Crew #1 (Gadasin): Amazing! I enjoy driving, learn to drive. With this engine it is more important not to push but to ease off at the right moment.

Crew #25 (Zhuravlev): Of course, we are not satisfied with the day's results. We didn't drive every stage till the end and didn't get the marks at checkpoints. We realised that it was necessary to save the car. Now everything depends on mechanics. We hope that we'll manage to restart tomorrow.

Crew #3 (Misikov): Considering the snowfall, the snow appears on the route again even after two passes. There're also deep ruts in the forest, and that makes driving more difficult. There're a lot of cars which are more narrow than our, and that's why it's not that easy to follow the right lines. On plain parts of the stage they drive as they can and it means that the visible trajectory is not always the best, and it's not very safe to follow them. We're second now, and we must understand if we can attack Boris (Gadasin) tomorrow of we'd better keep our current position. We'll take the decision when we see the results of other competitors.

Crew #8 (Mironenko): Up to the moment everything is Ok. We' ve improved throught the day. As for me, we managed to drive quite fast. If we can, I'll try to push tomorrow.

Crew #4 (Berkut): Unfortunately I don't know the day's result. But the feeling is that we learnt to drive this car. Though we drive not on high speed. We always have some problems, today the brakes were damaged on the last stage, we were driving the most part without brakes at all.

Crew #22 (Oleinikov): The track changed its character after the first loop. We're not satisfied, and our engine is not up to its best form yet as we've just revamped it. The route is very tricky, especially the first part of the "Northern Forest", where any slightest mistake can be your last one.

Crew #19 (Loginov): I wasn't satisfied with the first loop, it went better for the second one, and I almost liked the last pass through the stage. That means we're getting used to it, even despite the track changing radically after each pass. On the first one it was very slippery, on the next we had a better grip. I was getting used to the car.

Fonte: www.todoterreno.pt