domingo, 2 de novembro de 2008

Miguel Barbosa terceiro em Portalegre na estreia do BMW X3


Miguel Barbosa e Luís Ramalho tiveram uma estreia positiva os comandos do BMW X3, terminando no terceiro lugar do pódio a Baja 500 Portalegre. Naturalmente que a dupla do Vodafone Liberty Seguros Team ambicionava um pouco mais, mesmo sabendo do valor da concorrência, mas depois de um prólogo azarado as coisas ficaram mais complicadas e durante o dia de sábado o carro não teve um comportamento que desse total confiança ao piloto. Hoje as coisas correram melhor, mas o resultado estava feito.

O tri-campeão nacional partiu para a Baja 500 Portalegre consciente das dificuldades que o esperavam, mas “acreditava que podia estar na luta pela vitória. No teste que fizemos durante a semana parecia que tínhamos encontrado uma boa afinação, mas durante a corrida isso não se verificou. Acabou por ser uma sessão de testes para nós, já com o pensamento no próximo ano e sei que vamos ter de trabalhar muito. Mas a base é boa e acredito que na próxima época estarei em condições de reconquistar o título”, disse no final.

Falando sobre a última tirada da prova explicou que: ”Continuámos a fazer alterações no acerto de suspensão e parece-me que o carro está melhor, mas houve zonas em que perdemos ainda muito tempo para os mais rápidos. Foi uma época positiva em que ganhei quatro corridas e fui o piloto que mais prova venceu à geral no campeonato, o que só nos pode deixar satisfeitos, quando sabemos que tínhamos armas inferiores à concorrência” refere a terminar Miguel Barbosa.

Classificação final:
1º Stephane Peterhansel/Jean-Paul Cottret – Mitsubishi Racing Lancer, 6h11m48s
2º Filipe Campos/Jaime Batista – BMW X3 a 4m03s
3º Miguel Barbosa/Luís Ramalho – BMW X3 a 10m37s
Press AvMMedia - Miguel Barbosa

Pedro Silva Nunes termina em quarto do T2 em Portalegre


Pedro Silva Nunes cumpriu plenamente o objectivo que tinha traçado para o último dia da Baja 500 Portalegre, subindo ao quarto posto do Agrupamento T2, tendo assinado hoje, no último Sector Selectivo, o terceiro tempo entre os concorrentes da categoria, pelo que caso não tivesse tido ontem problemas com a barra estabilizadora, que o fizeram perder muito minutos durante a manhã, estaria na luta pelo pódio.

Com o carro em perfeitas condições, a táctica hoje passava por “atacar. Estávamos na fase final da corrida e não havia nada para poupar. O carro estava fantástico o que nos deu confiança para colocar um ritmo rápido, que nos permitiu impor um ritmo que deu para sermos terceiros no sector e ganhar uma posição, o objectivo que tinha estabelecido para hoje. Sinto que se não fosse o problema com a barra estabilizadora e teríamos certamente lutado pelo pódio com o Termens e o Al-Ghamdi, mas as corridas também são assim”, disse no final.

A época de Pedro Silva Nunes acabou por ficar marcada pelo abandono no Transibérico, porque “se tivesse terminado estaria aqui a lutar pelo título. Assim o balanço acaba por não ser o melhor, mas acredito que no próximo ano terei condições para lutar pelo título. Em Beja detectámos um problema que o carro tinha e ficou muito mais competitivo, pelo que o objectivo para a próxima época é tentar ser campeão”, afirmou a finalizar.

Classificação Oficiosa da Classe T2:
1º Rui Sousa/Carlos Silva – Isuzu D-Max 6h58m23s
2º Francesc Termens/Alberto Pascual – Mitsubishi Montero, a 16m14s
3º Majed Al-Ghamdi/Nicola Arena – Mitsubishi Pajero, a 16m43s
4º Pedro Silva Nunes/Paulo Torres – Mitsubishi Pajero a 23m47s

Pres AvMMedia - Pedro Silva Nunes

Mitsubishi Racing Lancer com estreia vitoriosa


Chegar, ver e vencer, eis o que se pode dizer da participação da Mitsubishi nesta 22.ª edição da Baja BP Ultimate Portalegre 500, com o triunfo incontestável de Stéphane Peterhansel na estreia mundial do Racing Lancer que, depois de ter assumido o comando da prova no segundo dia, controlou perfeitamente os acontecimentos na derradeira etapa, confirmando que a equipa está no caminho certo para o desenvolvimento do carro.

Como é lógico, Stéphane Peterhansel mostrou-se bastante satisfeito à chegada da prova, depois da segunda vitória consecutiva em estradas portuguesas. Cumpridos os três dias de competição, com uma quilometragem total de 581,4 km, Peterhansel terminou com uma vantagem superior a quatro minutos:«Adorei o percurso desta edição da Baja de Portalegre. Apesar das condições técnicas tão específicas desta prova, que mais se assemelham a um rali com pisos escorregadios este ano, temos ainda que testar novas afinações, mas estamos claramene no bom caminho».

Filipe Campos (BMW X3) secundou o francês da Mitsubishi no pódio e sublinhou que «foi uma prova espectacular. Quero dar os parabéns ao Stéphane, mas o meu carro não tinha andamento para o Racing Lancer. Como balanço da temporada ganhei tudo o que havia para ganhar - Campeonato Nacional e Taça de Veteranos - o que transformou esta época na melhor de sempre. Quero, ainda, dar os parabéns ao José Megre pelos 22 anos da Baja de Portalegre, uma prova sempre muito especial para mim».

Na estreia ao volante do BMW X3., Miguel Barbosa garantiu o último lugar do pódio. «Com um carro novo há sempre que experimentar diferentes afinações para o adaptar ao meu estilo de condução. No entanto, agora não foram suficientes para um andamento mais rápido. Mas quando se muda de variáveis no jogo, raras são as vezes em que tal não acontece. Agora há que evoluir, fazer mais quilómteros para conseguir uma adaptação superior.».

Para este derradeiro dia da Baja de Portalegre, a discussão entre Rui Sousa (Isuzu) e Majed Al-Ghamebi (Mitsubishi) mantinha-se em aberto na luta pelo título na categoria T2 da Taça Internacional FIA de Bajas Todo-o-Terreno, embora o português tivesse já iniciado o sector com uma vantagem superior a quatro minutos sobre o piloto do Qatar. E, na chegada a Portalegre, Sousa confirmou a vitória tendo destacado que «tivemos uma luta muito interessante, mas nunca pensei que o andamento do Majed fosse tão rápido. Esteve, de facto, à altura e tive de rodar sempre muito depressa ao longo dos três dias da prova».

Por sua vez, Al-Ghamdi perdeu ainda mais tempo para Sousa neste último dia de prova na sequência de um furo em que a mudança da roda foi bastante demorada, tendo sublinhado que «embora tenha perdido a Taça para o Rui Sousa quero dar-lhe os meus parabéns. Para este último dia de prova, a escolha dos pneus não se mostrou ser a mais correcta».

Pedro Grancha (Nissan) foi um dos pilotos mais azarados neste último dia de prova. «Problemas de travões não me deixaram manter a quarta posição final, imponderáveis que por vezes nos acontecem na competição automóvel».

Já Ricardo Leal dos Santos, sexto classificado, sublinhou na chegada a Portalegre que «o BMW X5 se mostrou muito favorável em pisos de lama, mas em zonas secas é mais instável. Apesar de tudo, faço um balanço muito positivo, sem esquecer o problema surgido com o turbocompressor que me fez perder algum tempo».

O checo Miroslav Zapletal (Mitsubishi) assegurou a sétima posição final após três dias de plena regularidade nas estradas alentejanas. «Os troços fazem lembrar um autêntico rali numa prova em que não posso deixar de destacar a excelente organização a todos os níveis»

Em termos de T2 nacional, o único título que estava ainda em aberto, Nelson Clemente partia com alguma vantagem sobre os seus mais directos adversários e praticamente bastava-lhe terminar a prova para vencer o Campeonato, o que veio a suceder: «Foi uma época sofrida, com alguns problemas, mas no final acabei por ser o mais regular e creio ter mereceido amplamente este título

Nuno Matos (Nissan) venceu a Categoria T8 e no final sublinhou «que nos últimos quilómetros tivemos problemas com o turbo, o que nos levou a parar diversas vezes para acrescentar óleo. Depois, à entrada do parque fechado, o Terrano II também não se mostrou colaborante, o que nos levou a penalizar quatro minutos. Mesmo assim, em termos globais, fazemos um balanço positivo desta nova presença em Portalegre»

Classificação Final:

1º Stéphane Peterhansel/Jean-Paul Cottret (Mitsubishi Racing Lancer), 6h 11m 48,0s;
2º Filipe Campos/Jaime Baptista (BMW X3), a 4m 03s;
3º Miguel Barbosa/Luís Ramalho (BMW X3), a 10m 37s;
4º Tonnie van Deijne/Wouter Rosegaar (Mitsubishi L200 Evo), a 24m 02s;
5º Pedro Grancha/ Paulo Primaz (Nissan Navara Off Road), a 25m 18s;
6º Ricardo Leal dos Santos/João Luz (BMW X5), a 26m 51s;
7º Miroslav Zapletal/Tomás Ourednicek (Mitsubishi L200), a 28m 56s;
8º João Ramos/Vítor Jesus (Toyota RAV 4), a 36m 04s;
9º Pedro Gameiro/Manuel Dominguez (Nissan Navara), a 41m 34s;
10º Rui Sousa/Carlos Silva (Isuzu D-Max), a 46m 35s; etc.


Press ACP Motorsport - BajaBP Ultimate 500 Portalegre

Fotografias "MaisTT" Baja BP Ultimate Portalegre 500 - SS2 e SS3





Aqui ficam alguns momentos capturados por Luís Marques no decorrer desta segunda etapa.

Ricardo Porém em excelente nível


O jovem piloto leiriense, Ricardo Porém, tem vindo a protagonizar uma excelente prova e tem sido uma agradável surpresa nesta que é a sua estreia na competição. O jovem de apenas 19 anos de idade fez hoje uma prova cautelosa, mas sempre num ritmo rápido fazendo "frente" ao grande sr. dos UMM, Carlos Barbosa (Tucha). O piloto apoiado pelo "MaisTT" é agora o 2º UMM e consequentemente 2º na promoção A (logo atrás de "tucha") e o 3º no "Evento Nacional" de Promoção.

O piloto mostrava-se obviamente satisfeito já que "a prova não podia estar a correr de melhor forma", começou por dizer. Ricardo Porém não deixou de realçar que esta "foi um dia duro. Conseguimos ímpor um ritmo rápido, mas pensando sempre na mecânica pois o objectivo continua a ser o mesmo de chegar ao final".

Quanto á mítica máquina o jovem afirma que "o carro está bom, substituímos uma rótula de direcção e um apoio da suspensão traseira que acabou por ceder."

Ficam assim por cumprir os último 115 Km que se disputam amanhã pela manhã onde "o objectivo é acabar a prova, não vamos arriscar nada, vamos levar o carro até ao fim".

sábado, 1 de novembro de 2008

Miguel Barbosa recupera e já está no pódio


Depois de um prólogo aziago, Miguel Barbosa e Luís Ramalho eram apenas o 10º carro na estrada hoje, situação que acabou por não ser muito prejudicial para o piloto do Vodafone Liberty Seguros Team, porque a chuva que caiu nos últimos dias faz com que não haja pó. Contudo, a primeira prova com o novo BMW X3 está a revelar-se complicada, com o piloto a não estar particularmente satisfeito com a suspensão do novo carro, reconhecendo que será necessário muito trabalho para o colocar ao seu jeito.

Durante a manhã Miguel Barbosa assinou o quarto tempo no Sector Selectivo, subindo logo para a quinta posição, embora nessa altura achasse a suspensão “demasiado mole. Fizemos algumas alterações para a tarde, mas o carro continua a não estar como eu quero. Ainda não sinto confiança para atacar. Vai ser preciso naturalmente muito trabalho para colocar o carro ao meu gosto. Mesmo assim conseguimos subir até terceiro, que é um bom resultado. Só é pena o atraso para os nossos adversários ser já elevado”, explicou.

Para amanhã o objectivo é continuar a desenvolver o BMW X3, fazendo mais um ”teste competitivo. Vamos aproveitar para ensaiar uma nova afinação de suspensão. O resultado que temos não é o ideal, mas vamos procurar pelo menos andar mais perto dos primeiros” remata o tri-campeão nacional.

Amanhã realiza-se o derradeiro SS, com 115 quilómetros, que coloca ponto final na edição de 2008 da Baja Portalegre 500.

Resultados após a segunda etapa:
1º Stephane Peterhansel/Jean-Paul Cottret – Mitsubishi Racing Lancer, 4h53m59s
2º Filipe Campos/Jaime Batista – BMW X3 a 4m10s
3º Miguel Barbosa/Luís Ramalho – BMW X3 a 10m04s

Press AvMMedia - Miguel Barbosa

Pedro Silva Nunes está no top five do T2


A segunda etapa da Baja 500 Portalegre começou de forma menos positiva para Pedro Silva Nunes e Paulo Torres, que a meio do primeiro Sector Selectivo do dia viram a barra estabilizadora traseira ceder, cedendo muito tempo para os mais rápidos, terminando a manhã apenas no 12º posto entre os homens do T2. Da parte da tarde, já com o problema resolvido, a equipa conseguiu impor o ritmo habitual e ascendeu ao quinto posto, tendo ainda hipóteses amanhã de ganhar mais posições.

Após um dia muito longo em termos competitivos, com quase 400 quilómetros cronometrados, Pedro Silva Nunes estava satisfeito, sobretudo com o desempenho da tarde. “De manhã as coisas não correram bem. Começamos bem, mas mais ou menos a meio do sector a barra estabilizadora cedeu e diminui o ritmo. Durante a tarde, com o problema totalmente resolvido graças ao fantástico trabalho da minha assistência, consegui impor um ritmo melhor e ganhei muitos lugares. Amanhã espero conseguir manter este ritmo e ganhar mais uma posição pelo menos”, afirma.

Ontem no prólogo o piloto do Mitsubishi Pajero sentiu algumas dificuldades, algo que hoje não sucedeu. “Optei por levar pneus normais e as coisas correram melhor. O carro tirando o problema da barra esteve fantástico e espero que assim se mantenha. O facto de não ter chovido também ajudou, pois não houve muita lama e não havia pó, o que foi muito bom, mais de manhã quando partíamos de 30 em 30 segundos” concluiu.

Amanhã os pilotos terão pela frente os últimos 120 quilómetros competitivos não só da Baja Portalegre 500, mas também do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno.

Classificação Oficiosa da Classe T2:
1º Rui Sousa/Carlos Silva – Isuzu D-Max 5h31m20s
2º Majed Al-Ghamdi/Nicola Arena – Mitsubishi Pajero, a 2m44s
3º Francesc Termens/Alberto Pascual – Mitsubishi Montero, a 14m01s

5º Pedro Silva Nunes/Paulo Torres – Mitsubishi Pajero a 20m58s

Pres AvMMedia - Pedro Silva Nunes

Peterhansel no comando

Depois de uma prestação menos conseguida na fase inicial da prova, Stephane Peterhansel conseguiu no segundo dia de prova confirmar de alguma forma que o Racing Lancer está no bom caminho do seu desenvolvimento, depois de uma segunda etapa totalmente dominada pelo piloto francês, que assumiu o comando da competição.

Curiosamente, as coisas nem começaram bem para Peterhansel, uma vez que o piloto da Mitsubishi teve de parar logo nos primeiros metros do sector selectivo da manhã para se desembaraçar de uma capa que os mecânicos tinham deixado no interior do carro. Nem mesmo um furo lento o fez perder muito tempo, o que permitiu a Peterhansel assumir o comando da prova no final do primeiro sector selectivo do dia.

Na segunda especial, o piloto do Racing Lancer voltou a estabelecer a melhor marca, dilatando a sua vantagem no comando da prova, regressando a Portalegre com uma vantagem de 4m 10s sobre o novo campeão nacional, Filipe Campos, melhor piloto português na classificação depois de um dia sem problemas para o seu BMW X3.

Miguel Barbosa voltou a sentir algumas dificuldades com o seu novo BMW X3, sobretudo a nível da suspensão, que lhe provocaram algumas saídas de pista, com as consequentes perdas de tempo. Mesmo assim, Barbosa conseguiu recuperar terreno e concluir a etapa na terceira posição, a 10m 04s do líder.

Boas provas ainda de Pedro Grancha, a concluir no quarto posto, à frente do holandês Tonnie van Deijne, com Ricardo Leal dos Santos a perder algumas posições e a terminar o dia no sexto lugar.

Depois de um início cauteloso, Rui Sousa atacou forte no segundo sector selectivo e assumiu de forma declarada o comando da categoria T2, tirando o maior partido dos problemas de motor do seu principal rival para a vitória nesta classe na Taça FIA de Bajas, o árabe Majed Al-Ghamedi. Em termos nacionais, em que o título de T2 é o único ainda em aberto, Edgar Condenso está melhor colocado do que Nelson Clemente, mas a vantagem continua a ser deste último, sendo de referir que ambos estão com problemas mecânicos nos seus carros. Já a categoria T8 tem assistido a um belo duelo protagonizado por Romulo Branco (Mitsubishi) e o campeão nacional, Nuno Matos.

Nas motos, cuja competição terminou hoje, a luta pela vitória foi essencialmente marcada pelo duelo entre António Maio (Kawasaki) e Mário Patrão (Suzuki), com o vencedor do ano passado a liderar durante todo o percurso e a conseguir uma vantagem que foi ampliando na segunda parte da prova, terminando com cerca de 1m 16s de vantagem, nunca tendo estado verdadeiramente em causa a sua supremacia, apesar da pressão que Patrão colocou ao longo dos quase 352 quilómetros do percurso. Fernando Ferreira terminou no derradeiro lugar do pódio, mas já longe dos primeiros, a quase 13 minutos do vencedor.

Se nas motos não houve surpresas, já isso sucedeu nos quads, uma vez que os principais favoritos acabaram por ter problemas mecânicos, do que se aproveitou da melhor forma Rui Mendes (Suzuki), para terminar com mais de sete minutos de vantagem sobre João Peraboa (Suzuki), enquanto Valter Vasconcelos (Kawasaki) fechou os lugares do pódio.

Amanhã os automóveis disputam a terceira e última etapa, numa distância total de 137,89 quilómetros, e um único sector selectivo, com 115,5 Km. Partida às 08.05 horas, estando a chegada agendada para as 11.00 horas.

Classificação automóveis no final da 2.ª etapa:

1.º Peterhansel-Cottret (Mitsubishi), 4h 53m 39s;

2.º Campos-Baptista (BMW), a 4m 10s;

3.º Barbosa/Ramalho (BMW), a 10m 04s;

4.º Grancha/Primaz (Nissan), a 12m 13s;

5.º Van Deijne/Rosegaar (Mitsubishi), a 16m 30s; etc

Classificação final motos:

1.º António Maio (Kawasaki), 4h 06m 36s;

2.º Mário Patrão (Suzuki), a 1m 16s;

3.º Fernando Ferreira (Yamaha), a 12m 58s;

4.º David Megre (KTM), a 13m 55s;

5.º Fausto Mota (Yamaha), a 15m 11s; etc.

Classificação final quads:

1.º Rui Mendes (Suzuki), 4h 44m 59s ;

2.º João Peraboa (Suzuki), a 7m 27s;

3.º Valter Vasconcelos (Kawasaki), a 14m 33s;

4.º João Batista (Suzuki), a 18m 48s;

5.º Adalberto Paiva (Suzuki), a 19m 38s; etc.

Press ACP Motorsport - Baja BP Ultimate Portalegre 500